Autógrafos Reais e Imperiais

 1-         1799 Documento. CARTA RÉGIA. Dona Maria I & D. João, Príncipe. Carta de Mercê de Confirmação de Sesmaria de meia légua de terras na Capitania do Rio de Janeiro, a D. José de Castro, Conde de Resende, Vice-Rei e Capitão Geral de Mar e Terra do Estado do Brazil.  13 de março de 1799, com as assinaturas de D. João, o Príncipe Regente, do Conselheiro Francisco da Silva Corte Real, D. João Pedro da Câmara e José Alberto Leitão, entre outras. Registrado na secretaria do Conselho Ultramarino. Duas folhas com sujidades, no estado. Importante documento do século XVIII, referente ao Rio de Janeiro.

 2-         1830. Documento.Traslado do Livro de Registro Geral das Mercês no Livro 25, folhas 271 do Reynado do Sr. D. José 1º, que Santa Gloria haja, D. Rodrigo José Antonio de Menezes em seu titulo se assentou o seguinte.... Traslado em pública forma, Lisboa, 29 de janeiro de 1830. “Pagou-se o selo de doze mil quinhentos e quarenta reis”;  papel com as armas de Portugal; páginas marcadas  com selo de 40 reis; manuscrito com  20 páginas redigidas f/v. medindo  30,5x21,5cm., “Atendendo a representação do mesmo Senhor consta que foi condecorado com o hábito da Ordem de N.S. Jesus Cristo com a pensão de doze mil reis que lhe lega  seu pay o Marquês Estribeiro Mor. Junho 1771.  A Rainha N.Sa. por Real Decreto de 11 de julho de 1778 faz mercê de nomear o referido Senhor  Governador e Capitão General do Estado do Grão Pará... , por  Carta Patente  passada em 22 de julho de 1778. Em 11 de julho 1778 foi removido  do Governo do Grão Pará e nomeado  Capittão General da Capitania de Minas Geraes, em 27 de julho de 1779. Em  1790 D. Rodrigo José... foi promovido a Conselheiro de Fazenda de Capa e Espada por conta dos bons serviços prestados nos governos de Minas Gerais e Bahia de Todos os Santos, Portaria do Conde de  Oyeras. Chancela de D. João, Príncipe Regente. Documento em excelente estado. D. Antonio Rodrigo José Antonio de Menezes foi uma das mais atuantes personalidades portuguesas do Brasil Colônia, era filho do Marques de Marialva, o Embaixador Extraordinário de D. João VI para as negociações do casamento do Príncipe Real D. Pedro com a Arquiduquesa Leopoldina da Áustria.

 3-         1869. 2 Documentos : a) Carta Manuscrita, assinada por ElRei de Portugal, ao Dr. Manoel Antonio Rodrigues Torres, Addido à Legação do Brasil na Corte de Paris. Nomeando-o Conselheiro da Real Ordem Militar Portuguesa de Nosso Senhor Jesus Christo. Escripta no Paço de Belém em 20 de Outubro de 1860. Com selo branco em relevo. b) 1870. Documento Manuscrito. Concedendo Licença ao Dr. Manoel Antonio Rodrigues Torres para aceitar a nomeação de Cavalheiro da Real Ordem Militar Portugueza de Nosso Senhor Jesus Cristo. Registrado no Livro de Portarias na Secção da Secretaria de Estado dos Negócios do Império em 23 de Novembro de 1870. Assinado por João Alfredo Correa de Oliveira, (Doutor em Direito, foi Deputado Provincial e Deputado Geral, e Presidente das províncias do Pará e de São Paulo. Foi ainda Delegado de Polícia de Pernambuco, Juiz Municipal e de Direito e Promotor Público. Ocupou os cargos de Ministro da Fazenda e da Agricultura no Império. Presidente do Conselho de Ministros. Como senador, trabalhou em prol da conciliação entre a Igreja e a Coroa na Questão Religiosa. Como presidente do Conselho de Ministros (1888), referendou a Lei Áurea.

 4-         1880. Documento. O Imperador remove a pedido o Juiz de Direito Justiniano Baptista Madureira da segunda para a primeira de órfãos da Corte. Com Registros. Assinado pelo  Imperador, Referendado por  Manoel Pinto de Souza Dantas.. 25/07/1881. Vendido

5-         1881. Documento Manuscrito Alvará de Procuração, passado em Paris por Dona Isabel Princeza Imperial do Brasil,  Condessa D’Eu e seu esposo Gastão de Orleans, Conde D’Eu, perante o Ministro Plenipotenciário do Brasil Visconde de Itajubá que reconhece as firmas da Princeza Imperial e seu marido. “Por este Alvará de Procuração concedemos ao Visconde de Carapebús, Grande do Império, Veador de Sua Majestade a Imperatriz, os necessários poderes para assinar um contracto contento diversas clausulas para colonizar as terras do Patrimônio que nos pertencem em virtude do contracto do nosso casamento e da lei do Império do Brasil nº 1904 de 17 de Outubro de 1870 nos districtos banhados pelos rios Tubarão e Capivary e seus affluentes, na Província de Santa Catharina...”. Legação Imperial do Brasil, Paris, 15 de Novembro de 1881 com o selo “Legation Imperiale du Brésil on France”, e as assinaturas da Princesa, do Conde D’Eu e do Visconde de Itajubá.

 5A-  1881. Documento. O Imperador remove a pedido o Juiz de Direito Justiniano Baptista Madureira da segunda para a primeira de órfãos da Corte. Com Registros. ass. Imperador, Referendado M. Manoel Pinto de Souza Dantas.

 6-         1882. Documento. O Imperador nomeia o Dr. Juiz Dr. Justiniano Baptista Madureira para o Cargo de Desembargador pelos relevantes serviços prestados. Palácio do Rio de Janeiro, 07 de Janeiro de 1882. ass.Imperador, Referendado M. Manoel Pinto de Souza Dantas.

 7-         1885. Carta de Concessão Patente. Concedendo direitos, benefícios e vantagens pelo prazo de quinze anos, à Francisco Camargo Pinto, por ser autor da invenção da Máquina de Quebrar e Apparelhar Paosinhos de Matte. Com selo das Armas Imperiais, assinada pelo Imperador e com  registros.RARA e bela peça .  Datada de 30 de Outubro de 1885.

 8-         1889. Documento. Decreto de nomeação. Palácio do Rio de Janeiro 23 de Outubro de 1889. Nomeação do Juiz de Direito Justiniano Baptista de Madureira para o Lugar de Desembargador da Relação de São Paulo. Ass. O Imperador, com chancela de Candido Luis Maria de Oliveira. Com todos os Registros no verso do documento.   Este é um dos últimos Decretos do 2º Império do Brasil.

 

Autoridades Eclesiásticas

 9-         1801. Documento Manuscrito. Assinado pelo Bispo do Pará e por José Joaquim Nabuco de Araújo, tio-avô de Joaquim Nabuco, filho do 1º Senador José Thomaz. 27 de Maio de 1801.Estado  regular.

 9A- Carta  D. Antonio de Macedo Costa, Bispo do Pará. Dirigida a um Conselheiro do Império não nomeado, manuscrita em papel timbrado “Residência Episcopal”, com as armas do Bispo em resposta sobre o “problema da questão escravagista”. Diz ,entre outras ponderações, o que segue: “É certo que todo homem cordato e christão deseja ver abolida a chaga social da escravidão”. Pede ainda ao Conselheiro “um tempinho para redigir algumas idéias que me parecem razoáveis” sobre o assunto. Carta, datada 07 de agosto de 1871,4 p.  assinada “O Bispo”, pouco antes da promulgação da Lei do Ventre Livre. Excelente estado.

 10-     1871.Carta manuscrita em papel timbrado da Residência Episcopal do Pará. Redigida e assinada pelo Titular, Antonio, Bispo do Pará, solicitando urgência na liberação do seu pagamento que até o momento não fora efetuado. Reitera o pedido para que seja efetuado com a possível brevidade alegando compromissos financeiros. Datado de 10 de Agosto 1871. Antonio de Macedo Costa, Bispo do Pará, foi preso e condenado a quatro anos de prisão com trabalhos forçados por crime de sedição na chamada “Questão Religiosa”. Autor de várias obras defendendo-se, participou ativamente da elaboração da Lei do Ventre Livre.

 11-     1890. Carta ao Barão Homem de Melo. Redigida e assinada por José, Bispo de Olinda (José Pereira da Silva Barros, foi também Bispo do Rio de Janeiro), datada de Lambari 05 de Outubro de 1890, denunciando os maus tratos em todas as prisões da Cidade de Campanha., Minas Gerais. “É para pedir o seu patrocínio a favor de um miserável que escrevo esta carta”. Observa: “Quantos d’queles infelizes não estão inocentes...”. “Pede pelo Preto José Maria já velho, uma das vitimas da escravidão em que labutei pela libertação imediata dos centenas de infelizes e sou levado a suplicar para mais um desgraçado a libertação”. Importante carta. Os problemas de maus tratos em prisões subsistem até hoje. Excelente estado.

 

Regentes do Império

 12-     1831. Manuscrito da Regência Trina Permanente (1831-1834).   Carta de Promoção ao posto de Alferes concedida a Luis Quirino da Rocha, mais tarde Coronel, Fidalgo Cavaleiro da Casa Imperial, e Comendador da Ordem de Cristo. Luis Quirino da Rocha foi pai e avô dos Barões de Palmeiras e Guaribú, fazendeiros capitalistas na província do Rio de Janeiro. Documento com as assinaturas de Francisco de Lima e Silva, José da Costa Carvalho e João Bráulio Muniz, os 3 membros da 1ª. Regência Trina Permanente. Datado de 11 de outubro de 1831.  Muito Raro. Vendido

 12A- 1832. Diogo Antonio Feijó. Padre Feijó, Regente do Império de 1835-1837. Como Regente do Império comunica ao Intendente Geral da Polícia o deferimento de abono de vencimento para o Oficial da Repartição da “Caza Soberana da Fazenda Nacional”. Requerente Vicente Ferreira da Paixão. Assinado por Feijó. 8/06/1832. Estado regular. Vendido

 13-     1834. Manuscrito da Regência Trina Permanente (1831-1834). Carta de aceitação do pedido da demissão do Sr. Joaquim José Rodrigues Torres, do Cargo de Ministro e Secretario de Estado dos Negócios da Marinha, louvando “os relevantes e assignalados serviços que prestou no referido emprego em que mostrou patriotismo, inteligência e zelo”. 31 de Julho, 1834. Assinado por Francisco de Lima e Silva e João Bráulio Moniz. Vendido

 14-     1834. Carta pessoal redigida e assinada por Francisco de Lima e Silva , Regente do Império e pai do futuro Duque de Caxias ao  Ministro Joaquim José Rodrigues Torres, elogiando e agradecendo nos mesmos termos do manuscrito oficial e acrescentando: “Pode V.Exa. fazer o uso que quiser desta carta”.        Vendido

 15-      1847. Ministério dos Negócios da Justiça. Aviso para expedição rápida de passaporte. Justifica que não foi emitido antes por não supor “tanta brevidade”. Datado do Rio de Janeiro em 02 de Novembro 1847. Ass. N. P. de C. Vergueiro (Nicolau Pereira de Campos Vergueiro – Ministro de Estado, Conselheiro e Senador do Império). Documento em estado regular. Vendido

 16-      1848. Ministério dos Negócios da Justiça. Comunicado ao Conselheiro Francisco L. Assis Coelho, comunicando o Decreto de S.M. O Imperador para que assumisse interinamente o Ministério dos Negócios da Justiça, enquanto o Ministro e Secretário de Estado, Nicolau de Campos Vergueiro, se recupera de uma moléstia. Ass: José Antônio Pimenta Bueno. Rio de Janeiro, 31 de Janeiro 1848. Documento com perdas. Vendido

 17-     1849. Ministério dos Negócios Estrangeiros. Rio de Janeiro. 25 de Janeiro de 1849. Nota do Marquês Dória, encarregado  dos Negócios de Sua Majestade, o Rei da Sardenha sobre abuso de autoridade contra ele Marquês, exercido pelo sub-delegado da Freguesia do Sacramento. Ass. Visconde de Olinda. Ao Chefe de Policia Euzébio de Queiroz Coutinho Mattoso da Câmara. Vendido

 18-     1857. N. Ministério dos Negócios do Império. Determinando providencias para apurar fato grave acontecido no Porto do Rio de Janeiro. Ass. Marques de Olinda. Pedro de Araújo Lima, futuro Marques de Olinda foi Regente de 1837-1840 após a renuncia do Regente Feijó. 22 de Dezembro de 1857.     Vendido

 19-     1857. Marquês de Olinda. Ministério dos Negócios do Império. Pedro de Araújo Lima futuro Marques de Olinda foi Regente do Império de 1837-1840 após a renuncia do Regente Feijó. Officio ao Sub Delegado de Polícia da Freguesia de Paquetá, pedindo informações sobre as pessoas salvas na Canoa de Pescaria. Ass: Marquês de Olinda. Pedro de Araújo Lima. Rio de Janeiro, 11 de Dezembro de 1857. Vendido

 20-     1858. Marquês de Olinda. Ministério dos Negócios do Império. Recomendação do Marquês de Olinda, para que se institua Exame nos maquinistas empregados nas Barcas da Companhia Nictheroy e Inhomirim, pois “a voz publica e os acusa de carecerem das habilitações necessárias para exercerem suas funções”. Ass: Marquês de Olinda. Rio de Janeiro, 02 de Janeiro de 1858. Vendido

 21-     1877. A Princesa Imperial Regente em Nome de Sua Magestade o Imperador o Senhor Dom Pedro Segundo, Há por bem Designar ao Juiz de Direito, Justiniano Baptista Madureira para a 2ª. Vara Cível da Corte de 3ª. Instancia. Diogo V. Cavalcanti de Alboquerque, do Conselho do Mesmo Augusto Senhor, Ministro e Secretario de Estado dos Negócios da Justiça, faça executar. Ass. Princesa Imperial Regente. Vendido

 22-     1904. Cartão redigido e assinado por Isabel Condessa D’Eu à “Minha querida Cecília”, “Para você, seu marido, filhos e Paes,  nossos melhores votos por ocasião do ano novo!...”, 10 de Janeiro de 1904, com brasões do Conde D’Eu e do Império do Brasil em prata e alto relevo.Cartão em excelente estado. Vendido

 

Titulares do Império

 23-      (D) S/D. Carta em papel timbrado do Visconde do Rio Branco e assinado por ele “Paranhos”. Trata de assuntos políticos, e cita o cidadão Lopes da Costa. Vendido

 24-     1841. Documento manuscrito. Testamento de Joaquina Mathildes de Assumpção mãe dos Barões de Guaribú, São Luis, do Visconde da Parayba, e da Baroneza de Pathy do Alferes, por casamento. 4p. manuscritas  com tinta ferrogálica em muito bom estado de conservação. O testamento feito “a rogo” por Francisco de Paula em 15 de Setembro de 1841. A testadora declara-se católica, declara a existência dos filhos Cláudio Gomes Ribeiro de Avelar (a quem determina ser seu testamenteiro e herdeiro da “terça” após cumpridas as doações testamentárias), Maria Isabel de Lacerda, Felisberta Balbina de Avelar, Claudia Joaquina da Conceição, Margarida Rodrigues de Miranda, João Gomes Ribeiro de Avelar, José Gomes Ribeiro de Avelar, Manuel Gomes Ribeiro de Avelar, Paulo Gomes Ribeiro de Avelar, Quintilhano Gomes Ribeiro de Avelar. Registrado no Tabelião e na presença de inúmeras testemunhas, s/l, provavelmente Vassouras. Importante para a história da Província do Rio de Janeiro.

25-     1841. Carta Manuscrita e assinada pelo Marques de Barbacena, a seu filho: “Meu filho do C. (coração)...”, narrando o falecimento de 2 vizinhos seus conhecidos por “febres” no espaço de quatro dias. Mostra-se “aterrado”; menciona o encontro com a Baronesa de Sarapuhy também “assustadíssima”. Envia de Paquetá noticias,  “...com as maiores saudades, seu pai, Marques de Barbacena”. Rio 22 de Abril de (1841). Regular estado de conservação.

 26-     1842. Comunicação de Paulino José Soares de Souza  ao Chefe de Policia Interino. 29 de Dezembro de 1842.  Enviando “mappa” com os sinais dos desertores da Marinha. Ass. Paulino J Soares de Sousa.

 27-     1844. Notas transmitidas pelo Quartel General da Marinha em Officio sobre os Desertores. Ass. Antonio Francisco de Paula e Hollanda Cavalcanti D’Alboquerque, futuro Visconde de Albuquerque.

28-     1844. Carta de Nomeação. Assinada por Manoel da Fonseca Lima e Silva, o Futuro Barão de Suruí, na ocasião Presidente e Comandante das Armas da Província de São Paulo nomeando para o Posto de Capitão da 2º Cia. do Batalhão de Infanteria da Guarda Nacional da Cidade de Coritiba o Cidadão Antonio Pinto de Azevedo Portugal. Palácio do Governo de São Paulo, 29 de Agosto de 1844. Com os registros, assinados por Joaquim José de Andrade e Aquino, com selo branco em baixo relevo e faltando o selo em alto relevo..  Raro encontrar assinaturas do Barão de Suruí.

 29-     1845. Nota transmitida pelo quartel general da Marinha, relatando os desertores do Corpo da Artilharia da Marinha enviada para Nicolau da Silva Lisboa.Ass: Antônio Francisco de Paula e Hollanda Cavalcanti d’Albuquerque, futuro Visconde de Albuquerque.Rio de Janeiro, 18 de Fevereiro de 1845.

 30-     1845. Comunicação do Ministério dos Negócios de Justiça. Participação da prisão de vários “africanos” por “desordem”, “capoeira”,  “desobediência” e “entrada em casa alheia”, nas Freguesias do Sacramento, Candelária e Santa Luzia, Província do Rio de Janeiro. Documento em estado regular rompido no meio na assinatura. Datado no Rio de Janeiro em 29 de Dezembro 1845. Ass: Antônio Paulino Limpo de Abreu. Vendido

 31-     1847 Carta manuscrita e assinada pelo Conde de Iguassú. Tratando de assuntos de família e da recuperação da sua saúde. Muito bom estado de conservação. 5 de Janeiro de 1847.

 32-     1849. Ministério dos Negócios Estrangeiros, resolvendo sobre o direito de ir e vir do um cidadão Indalécio Chenant para a Província do Rio Grande do Sul ficando revogadas as ordens anteriormente expedidas. Assinado por Paulino José Soares de Souza. 24 de Novembro de 1849.

 33-     1849. Ministério dos Negócios do Império, ao Senhor Desembargador Chefe de Policia da Corte, recomendação sobre a necessidade da construção de um chafariz na praça da Constituição, tendo em vista a necessidade de abastecer esta cidade com as agoas dos mananciais existentes. Ass. Visconde de Montalegre,  9 de Janeiro de 1849.

34-     1854. Carta Manuscrita, pelo Marques de Abrantes com papel timbrado, sem data, ilegível também a quem se destina a carta. Trata da sua saúde debilitada. Miguel Calmon do Pin e Almeida, foi deputado constituinte em 1827, e secretário da Assembléia, Ministro da Fazenda a convite do Imperador D. Pedro I. Feito Visconde com Grandeza por D. Pedro II. Em 2 de dezembro de 1854 foi-lhe concedido o título de Marquês. Nascido em Santo Amaro da Purificação, Bahia, a  23 de outubro de 1796 faleceu no Rio de Janeiro, a 13 de setembro de 1865. Importante político e diplomata brasileiro, presidiu o Conselho interino de governo da Bahia, em 1823. O Marquês deixou obras de grande valor sobre história, diplomacia, agricultura e outras.

 35-     1856. Ministério dos Negócios da Fazenda. Autorização dada pelo Marques de Paraná a Francisco José de Mello e Sousa para que passe “4 letras de valor 25 contos de reis cada uma, endossada pelo Barão de Mauá, e a vencer em 15, 20, 25 e 30 de Abril próximos para pagamento de cem contos de reis”, que lhe foram empenhados afim de abastecer o... 3 de Março de 1856.Este documento reúne três  dos mais influentes personagens  do 2º Império . Assinado:  Marques de Paraná. Honório Hermeto Caneiro Leão teve uma brilhante careira política. Foi Desembargador da Relação da Corte; Senador; Presidente do Conselho (1853) e Ministro da Fazenda ; pertenceu ao Conselho do Imperador; Conselheiro de Estado; Sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Tendo sido Presidente da Província do Rio de Janeiro em 1842, ocupou logo depois a pasta da Justiça, exercendo interinamente a do Exterior. De 1849 até 1851 presidiu a província de Pernambuco.

 36-     1857. N. Ministério dos Negócios do Império. Determinando providencias para apurar fato grave acontecido no Porto do Rio de Janeiro. Ass. Marques de Olinda. Pedro de Araújo Lima foi político notável, Deputado, Presidente de Conselho, Senador, Presidente de Província e Ministro do Império. Assumiu a Regência  em Setembro de 1837. Recebeu o título de Visconde e em seguida de Marquês de Olinda.   Documento datado de 22 de Dezembro de 1857. Vendido

 37-     1858. Ministério dos Negócios da Marinha. Papel timbrado do Ministério da Marinha. Solicitação de captura de Praças do Vapor Jequitinhonha que desertaram. Ass. Visconde de Abaeté. Antonio Paulino Limpo de Abreu foi Deputado, Senador e Ministro do Império. Documento datado 22-12-1858. Vendido

 38-     1859. Ministério dos Negócios da Marinha. Solicitação de captura de Praças do Brigue Itaparica que desertaram ass. pelo Visconde de Abaeté. Antonio Paulino Limpo de Abreu foi Deputado,  Senador e Ministro do Império Documento datado Rio de Janeiro, 05 Maio 1859.      Vendido

 39-     1859. Ministério dos Negócios do Império. Ao Ilmo. Mordomo da Casa Imperial. Comunicando já se feito as melhorias e reparos da estrada da Chácara do Trapicheiro, podendo Suas Altezas Imperiais por ella transitar sem o menor inconveniente. Com assinatura de Ângelo Moniz da Silva Ferraz, primeiro e único Barão de Uruguaiana. Foi político de renome, Primeiro-Ministro durante o Segundo Reinado, Ministro da Fazenda e Presidente da Província do Rio Grande do Sul.

 40-     1861. Ministério dos Negócios da Justiça. “S.M. O Imperador Attendendo ao que Lhe representou o Africano livre Mathias de nação Rebolo cujos serviços forão concedidos a Rodrigo Antonio Soares Lima, Houve por bem, nesta data, Ordenar ao Dr. Juiz de Orphãos que lhe fizesse passar sua Carta de Emancipação, com a clausula de residir e tomar occupação na Comarca de Magé. O que lhe communico para sua Intelligencia”. 15 de Janeiro de 1861. ass. João Lustosa da C. Paranaguá , futuro Visconde de Paranaguá. No Império foi Senador, Ministro da Marinha e Ministro dos Negócios Estrangeiros.

 41-     1861. Ministério dos Negócios da Justiça. S.M. O Imperador Attendendo ao que Lhe representou o Africano livre Paulino da Nação Tiura cujos serviços forão concedidos ao fallecido  Barão de Pindare, Houve por bem, nesta data, Ordenar ao Dr. Juiz de Orphãos que lhe fizesse passar sua Carta de Emancipação, com a clausula de residir e tomar occupação na Comarca de Nictheroy. O que lhe communico para sua Intelligencia. 15 de Janeiro de 1861. ass. João Lustosa da C. Paranaguá, futuro Visconde de Paranaguá. No Império foi Senador, Ministro da Marinha e Ministro dos Negócios Estrangeiros. Documento com perda de texto.

 42-     1862. Ministério dos Negócios da Justiça, Comunicação do, 30 de Maio de 1862.  Comunicação de decreto do Imperador nomeando o signatário Ministro e Secretario de Estado dos Negócios da Justiça. Assinado Visconde de Maranguape. Caetano Maria Lopes Gama foi Ministro de 1839 a 1840.

 43-     1864. Ministério dos Negócios da Marinha. Ordem a Intendencia Geral da Marinha para mandar uma embarcação receber a estopa produto  dos cabos velhos desfiados no asilo de mendigos e também enviar outra porção dos referidos cabos para a mesma prática. 3 de Novembro de 1864. Francisco Xavier de Pinto Lima , fututo Barão de Pinto Lima na ocasião exercendo o cargo de Ministro da Marinha. Ass. F. X. de Pinto Lima.

 44-     1865. Certidão de testamento do Barão de Guaribú. Cláudio Gomes Ribeiro de Avellar, filho de Joaquina Mathildes de Assumpção e Luis Gomes Ribeiro. Datada de Vassouras-RJ 23 de Julho de 1865. Declara-se solteiro e sem filhos legítimos ou naturais de forma que pode livremente dispor de todos os seus bens como o de fato faz. É possuidor das Fazendas de: Guaribú, Antas, Boa União, Encantos e Guaribú Velho com todas as terras e benfeitoria nelas existentes,  as matas,  a tropa,  o gado e diversos trastes e obras, pratas.”Esses bens meu testamenteiro tem total conhecimento e estão a vista de todos”. Nomeia seu irmão o Barão da Parayba como seu primeiro testamenteiro.” Os inúmeros legados dos bens e de dinheiro mostram que o Barão de Guaribú era dos mais abastados titulares do Império. Beneficiou inúmeros escravos com bens, emancipou outros tantos e ainda deixou 120 escravos como legado para um sobrinho.

45-     1866. Carta escrita e assinada pelo Barão de Mauá à João Pedro Dias de Cássio. Carta pessoal de 13 de Maio de 1866. Sobre negócios financeiros e quebras de firmas em Londres, “as noticias telegraphicas de Londres são medonhas”. Carta com manchas d’água. Vendido

 46-     1866. Gabinete do Ministério dos Negócios da Justiça, “carta confidencial” em papel timbrado, dirigida a Ignácio Marcondes Homem de Mello, futuro Barão Homem de Mello, redigida e assinada por José Thomas Nabuco de Araújo. Versa sobre nomeação de Miguel Jorge de Castro para Chefe de Policia da Província. Datado de 17 de Março de 1866.

47-     1867. Carta Pessoal do Barão de Inhaúma ao Dr. Justiniano Baptista Madureira Datada de 16 de Fevereiro de 1867. Falando de assuntos diversos e sobre a Guerra do Paraguai. Ass. Barão de Inhaúma. Vendido

 48-     1868. Carta Pessoal do Barão de Inhaúma ao Dr. Justiniano Baptista Madureira Datada de 24 de Fevereiro de 1868. Comunica que está no Estado Maior do Marquês, trata de assuntos gerais e da Guerra do Paraguai Ass. Barão de Inhaúma. Vendido

 49-     1868. Carta Pessoal do Barão de Inhaúma ao Dr. Justiniano Baptista Madureira Datada de Curupaiti. Datado de 29 de Abril 1868. Falando de assuntos diversos particulares e sobre a Guerra do Paraguai. Ass. Barão de Inhaúma. Vendido

 50-     1868. Carta Pessoal do Barão de Inhaúma ao Dr. Justiniano Baptista Madureira Datada de Curupaiti 27 de Junho 1868. Falando de assuntos diversos particulares e sobre a Guerra do Paraguai. Ass. Barão de Inhaúma.     Vendido

 51-     1868. Carta em papel timbrado. Paraguai. Dirigida ao Barão Homem de Mello. Pelo Barão do Tryumpho com sua assinatura. Vendido

 52-     1869. Ministério dos Negócios Estrangeiros. Comunicado para o Bacharel Manoel Antonio Roiz (Rodrigues) Torres satisfazer à Fazenda Nacional os impostos devidos pela sua Nomeação como Adido de 2ª Classe a Legação em Pariz. 22 de Março de 1869. Assinado por Barão de Cotegipe.

 53-     1870. Ministério dos Negócios da Justiça. Pedido de atenção relativos as medidas de precaução tomadas pelo governo Inglês por ocasião de autorizar a remessa de 60 caixas de dinamite explosiva, afim de que se tome as devidas providências. (José Ildefonso de Souza Ramos – Barão das Três Barras em 1867 e 1º Visconde de Jaguary em 1872). Ass: Barão da Três Barras. Rio de Janeiro, 21 de Outubro 1870.  Vendido

 54-     1870. Ministério dos Negócios Estrangeiros. Acusando recebimento de officio nº 686, que V.Sª. dirigio-me em 17 do corrente, transmitindo copia do que passou-lhe o Consul da França, sobre as presas “Lucie” e “Concórdia”. Ass. Visconde de São Vicente. 25 de Outubro de 1870.

 55-     1870. Ministério dos Negócios da Justiça.  Comunicação Ao Senhor chefe de Policia da Corte que nesta data ouve por bem Sua Majestade o Imperador nomear-me para servir interinamente o cargo de Ministro e Secretário de Estado dos Negócios da Justiça, enquanto durar o impedimento por enfermidade do Conselheiro Joaquim Octavio. Ass: Barão de Muritiba. Rio de Janeiro, 10 Junho 1870.

 56-     1872. Visconde de Itaúna. Ministério dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras públicas. Carta, Sistema Extinção dos Incêndios. Agradecendo em nome do Governo o trabalho tão importante apresentado. Ass: Visconde de Itaúna.  Rio de Janeiro, 27 de  Julho de 1872.

 57-     1872. MANUSCRITO. (Escravos). Recibo. João Aranha de França recebe do Exmo. Sr. Barão da Lagoa Dourada a quantia de 3.000$000 mil reis pelos serviços prestados como Feitor de Roça de sua fazenda (nome ilegível) por um ano “fim do ultimo de Dezembro próximo”, Campos, 15 de Fevereiro de 1872. Com selo de 200$000 reis do Império do Brasil. Excelente estado de conservação. RARO RECIBO de serviços prestados por  profissão, então rendosa. Vendido

 58-     1873. Carta redigida e assinada pelo Barão de São Clemente, comunica sua partida para Europa em 24 do corrente mês onde deve demorar-se por causa de incômodos de saúde de sua mulher, e não podendo provavelmente despedir-me de VSrª e da Exma. Esposa de VSrª por falta de tempo, vou por meio desta pedir suas ordens na certeza de que serão fielmente cumpridas. Rio de Janeiro 12 de Maio de 1873.

 59-     1873. Papel timbrado com Coroa do Visconde do Rio Branco. Dirigido ao Desembargador Ludgero Gonçalves da Silva, pedindo informações sobre o rapto praticado pelo funcionário da Alfândega da Corte, Olympio José Pereira da Silva na filha do ajudante de porteiro da Secretaria da Marinha, Domingos Esteves Marcenal, “tendo a antes pedido em casamento”. Do seu affectuoso e criado assina o Visconde do Rio Branco. Vendido

 60-     1875. Carta ao Conselheiro Homem de Mello. Assinada pelo Barão de Tremembé, José Francisco Monteiro, avô do Escritor Monteiro Lobato herdeiro de uma de suas fazendas. A carta trata de negócios entre eles assuntos referentes as ações da Cia. São Paulo RailWay, Telégrafos e outros. Datado de Taubaté 20 de Maio de 1875. Vendido

 61-     1878. Carta Manuscrita. Ao Ilmo. Sr. Barão Homem de Mello. Carta pessoal entre o Visconde do Rio Branco e o Barão. Lamentando sobre as adversidades ao cargo político, e “...dos candidatos à construção e futuro do movimento do Ipiranga, os quais continuão a occupar uma parte de uma das salas d’esta Escola Polytechinica, de onde estou escrevendo a presente carta...”. Rio de Janeiro, 23 de Abril de 1878. Assinatura do Visconde do Rio Branco. Vendido

 62-     1879. Carta Manuscrita. Com assinatura do Visconde de Itabapoana, ao Srs. Braga & Sobrinhos, fornecedores habituais do Visconde. Acusa o recebimento de “dez molhos” de carne (carne-seca),  e pede-lhes que estando abastecido não mas lhe remetam sem um seu pedido, estampilhado, datado 12 de Setembro de 1879.

63-     1879. Carta Manuscrita. Com assinatura do Visconde de Itabapoana ao Sr. José Ferreira Cardoso Guimarães, solicitando objetos de uma lista eclética abaixo transcrita no mesmo documento. Datada de Campos 18 de Julho de 1879, estampilhado, entre os objetos solicitados há: “50 enxadas, 12 vidros de óleo de rícino, 3 vidros de sufacto de quinino, cravo, canela, erva-doce, e baralhos de cartas franceses”.

 64-      1879. Carta Manuscrita. Com assinatura do Visconde de Itabapoana, datada de 12 de Abril de 1879. Com reclamações sobre o preço de mercadorias “velas”, que fora comprado por ele por um preço menor junto a Corte, com a resposta do fornecedor, com a justificativa do preço cobrado por ter sido enviado velas com peso diferente.

 65-     1879. MANUSCRITO. (Caderno). Borrador dos Libertos, medindo 31,5cm.x21,5cm. Encadernação original modesta e gasta, título manuscrito na capa na etiqueta original: Registro, contendo 52 páginas numeradas pelo mesmo escrivão do texto, pertencente às  Fazendas do Barão das Três Ilhas e de seu irmão o Barão de S.José del Rei, no Registro de Parahybuna , Estado do Rio de Janeiro. Contendo: a) “Índice dos nomes dos 23 libertos cujas contas estão nesse livro nas folhas nº 32 em diante”; b) da p. 1 a p. 31, com algumas páginas em branco, está a correspondência comercial das vendas de café das Fazendas, com os preços praticados e a contabilidade; c) de fls. 32 a 46 , as contas , página por página, dos 23 libertos identificados no índice; d) de fls.  47 a 52 e 52v., última  folha numerada,, estão as contas de compra e venda de responsabilidade do Barão de S. José d’El Rei. Importante documento contento  transações comerciais com local, data e valor, durante o período de 1879 até 1902  O café era a maior Receita da Província do Rio de Janeiro nesta época. As folhas de texto, todas manuscritas, encontram-se em excelente estado, com caligrafia clara e legível.

 66-     1880. Gabinete do Ministro do Império. Rio de Janeiro. 15 de Outubro de 1880. Atendendo o pedido do Sr. Luis Barreto Correa de Meneses sobre passagens gratuitas solicitadas ao Presidente da Companhia Brasileira de Navegação. Ass. Barão Homem de Mello.

 67-     1881. Carta manuscrita e assinada pela Baronesa de Queluz. Agradecendo a presteza do empréstimo de Rs 1:030$680 (hum conto trinta mil seiscentos e ointenta reis), que solicitava fosse debitado a sua conta.

 68-     1881. Manuscrito. Carta ao Barão Homem de Mello do Conde de Baependy, solicitando mudanças em alguns artigos de lei. Referente ao 1º alistamento de eleitores. Com assinatura do Conde de Baependy. 29 de Janeiro de 1881, “à noite”.  Vendido

 69-     1881. Carta de pedido de aumento de salário ao Imperador de Laurindo Mariano de Serpa e Manoel Rodrigues dos Santos, ambos no cargo de particular honorários, pleiteando o cargo de particular effectivo de S.M Imperial, o que é concedido ao verso da carta pelo Barão de Nogueira da Gama, com sua assinatura. Rio de Janeiro 19 de Março de 1881. Vendido

 70-     1883. Papel timbrado “Mordomia da Casa Imperial”. Rio de Janeiro 15 de Dezembro de 1883, “Aviso: que seja cumprida a prática ha muito estabelecida de que se faça registrar e arquivar o mais promptamente possível quaisquer ofícios expedidos pela Mordomia e dirigidos a quem quer que seja”, e ass. Barão de Nogueira da Gama. Vendido

 71-     1884. Nota da Casa de. José de Barros Carvalhaes J. e Cia. fornecedores da Casa Imperial. Rio de Janeiro 3 de setembro de 1884. Rua da Quitanda nº 63. Vendi ao Sr. Thiago Bevilaqua A. Barroso Sequeira por ordem de seu tuttor D. Pedro Velloso Rabello. Selado e com assinatura do Barão de Itabayana (Pedro Leopoldo de Araújo Nabuco).

 72-     1888. Manuscrito. Barão do Rio Pardo. Dirigida ao Conde da Motta Maia, “Casa Branca, 27 de agosto de 1888”,  papel timbrado com a Coroa de Barão, em excelente estado. A carta agradece a dedicação ao “Nosso Querido Monarcha no leito da enfermidade e assim restituindo-o aos braços da Pátria estremecida...”. Manuscrito documentando um fato importante da vida do Imperador D.Pedro II.

 73-     1888. Carta em 2 p. medindo 17,5x11,5, c/ envelope para Maria José Clemente Pinto, datada de 5 de outubro de 1888, enviada por sua irmã Alice Clemente Pinto, então mocinha. Alice casou-se, mais tarde com Rodolfo E de Sousa Dantas, Ministro do Império e considerado um dos mais cultos e refinados membros da aristocracia brasileira do 2º Império. Esta carta descreve com detalhes vários eventos, a saber; 1) Baile no “Cassino” dado pelo Visconde de Figueiredo , “meu primeiro baile imagine que dancei até as 5 horas da manhã” “o salão estava ornamentado com luzes electricas e flores”  “ dizem que o Visconde fez 2.000 convites”, 2) relata o convite para assistir o casamento de uma sobrinha de Madame Haritoff  (Vera, casada em 1864 com o secretário da legação do Brasil - Luiz de Lima e Silva , conhecida como a Bela e elegante Mme. Lima) “a noiva tem 15 annos e o noivo 29 , conheceram-se em Agosto e casão-se em Dezembro”, 3) relata a recepção ocorrida à época para a chegada do Imperador Pedro II “algumas Senhoras tiverão a idea de mandar botar no Pão de Assucar um enorme panno de aniagem com a palavra SALVE em lettras de 6m. de altura”, 4) Relata solenidade da “entrega da ROSA DE OURO mandada pelo Papa a nossa Princeza “ era um elegante e bem trabalhado jarro de ouro com um pé de roseira.”. Carta assinada,  datada e em excelente estado assim como o envelope. O papel , com as bordas recortadas por um ratinho cinza , em alto relevo, de procedência francesa. Lote especialmente interessante e raríssimo. Registra a visão de testemunha ocular e participante dos fatos históricos ali narrados. Alice Clemente Pinto, então mocinha , era filha dos Barões de São Clemente ele construtor e proprietário do atual Palácio do Catete e um dos mais ricos titulares do Império. Excelente e estado de conservação.

 74-     1889. Ministério dos Negócios da Fazenda. Comunicado dirigido ao Chefe de Policia da Corte. Enviando ao Burgomestre de Amsterdam um exemplar do Diário Official do dia 1º de Janeiro do corrente ano em diante. Ass. Visconde de Ouro Preto. 2/07/1889.

 75-     1889. Barão de Loreto - Ministério dos Negócios do Império. Carta do Barão de Loreto ao Chefe da Polícia da Corte (Bacharel José Bassou de Miranda Osório)... Ass: Barão de Loreto. Rio de Janeiro, 03 de Junho 1889.

 76-     1889. Ministério dos Negócios da Marinha. Tendo havido manifesto, solicitando prudências que facilitem o julgamento de um oficial da Fazenda que esta respondendo a Conselho de Guerra, é enviado este aviso para que fique sem nenhum efeito o aviso 1540 de 05 de Julho de 1889. Ass. Barão de Ladario. 09 de Julho de 1889.

 77-     1890. Visconde de Cruzeiro: Santa Casa de Misericórdia do RJ. Concessão perpétua a Felix Fleury de Souza Amorim, tesoureiro da Comissão em memória do Tenente-Coronel Dr. Antônio de Senna Madureira, do Carneiro nº 1207 do cemitério São Francisco Xavier. Tendo pago a quantia de quinhentos mil réis pelo túmulo. Ass: Visconde de Cruzeiro-Provedor, com o selo branco da Santa Casa da Misericórdia. Rio de Janeiro, 03 de Janeiro de 1890. Estado de conservação: Muito bom, c/registro 2 fls n/n.

 78-     1890. Directoria Geral dos Negócios da Justiça. Decreto comunicando a remoção do Desembargador Justiniano Baptista Madureira da Relação de São Paulo para a Capital Federal. Ass. o Diretor Geral, Barão de Sobral.

 79-     1890. Letra Promissória Manuscrita. Emitida pelo Barão de Goytacazes no valor de 1 conto de reis com aceite do Sr. Luis Alves de Sequeira Rangel, estampilhada. Campos. 08 de Maio de 1890. Com  a assinatura do Barão de Goytacazes.

 80-     1891. Ministério de Estado dos Negócios da Fazenda. Em nome do Presidente da República, declara a aposentadoria do Desembargador Justiniano Baptista Madureira, com vencimentos anuais de seis contos de reis. Ass: Barão de Lucena. Capital Federal, 11 de Julho de 1891.

 81-     1892. Recibo em papel timbrado da Santa Casa de Misericórdia. Rio de Janeiro, 09 de Setembro de 1892, da quantia de 20 mil reis de Alfredo Rodrigues Chaves, pela quarta parte que lhe cabe para a manutenção da “esmola do Imperador”. Assina o Tesoureiro, Barão de Itacuruça.

 82-     1893. Carta ao Barão Homem de Mello. Datada de Uberaba 3 de Abril de 1893, acusando o recebimento de livros e de uma amável carta, que agradece. Fala do seu entusiasmo por ver tratado com tanto ardor, clareza e lucidez a solução dos problemas que deviam ser resolvidos. Elogia o Barão pela sua lucidez e ardor e coloca-se inteiramente a disposição em Uberaba. Assinada por J. P. Calógeras, João Pandiá Calógeras, descendentes de gregos emigrados para o Brasil, deveu a formidável cultura humanística, das maiores do Brasil, aos seus pais e avós e a um luzidio corpo de professores particulares, notadamente alemães, que, em Petrópolis, se encarregaram de sua formação mental" (1). Calógeras representou o Estado de Minas, como deputado federal, de 1897 a 1899 e de 1903 a 1914, e candidatou-se à Constituinte, tendo sido eleito pelo Partido Progressista de Minas Gerais, com a maior votação até então alcançada por um candidato a deputado. Autor de várias obras de raro valor, entre os quais se salientam: "Res nostra"; "As minas do Brasil e sua legislação"; "A política monetária do Brasil"; "Formação histórica do Brasil"; "A política exterior do Império"; "Problemas de governo"; "Problemas de administração"; "Novos rumos econômicos"; "Os jesuítas e o ensino"; "Conceito cristão do trabalho". Desempenhou missões diplomáticas de alto relevo, integrando a delegação brasileira à III Conferência Pan-Americana, realizada no Rio de Janeiro de 1906, à IV Conferência Pan-Americana, realizada em Buenos Aires, em 1910 e à Conferência da Paz, em Versalhes, onde teve atuação marcante. Raro autógrafo.  Vendido

 83-     1902. Carta da Baronesa de Tatuhy dirigida a Baronesa Homem de Mello, em Pindamonhagaba, enviando pela Estrada de Ferro, quatro latas de doces de figo. Assinado Baronesa de Tatuhy.

 84-     1904. Carta de Condolências ao Amigo Barão Homem de Mello, assinada por Barão de Studart, datada do Ceará, Dezembro de 1904. Guilherme Studart, o Barão de Studart, nascido em Fortaleza era médico, historiador e foi vice-cônsul do Reino Unido no Ceará sucedendo a seu pai. Membro destacado da Academia Cearense de Letras, a primeira do Brasil, do Instituto do Ceará, e ainda do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, no Brasil e no exterior. Vendido

 85-     1862. Ministério dos Negócios da Marinha. 21 de Janeiro de 1862. Expedição do Ofício, sobre o individuo de nome de Candido Antônio de Oliveira do Corpo de Imperiais Marinheiros, visto ser reclamado como escravo por Albino Alves Pinto Ass: Joaquim José Ignácio.

 

Ministros do Império, da República, Presidente da República, Presidentes  e Vice-Presidentes de Províncias.

 86-     1795. Carta de sesmaria passada, com assinatura de D. Fernando Antonio de Noronha, governador da Capitania Geral do Maranhão e Piahuy a Dona Joaquina Carneiro de Soto Maior, filha do Coronel Aires Carneiro Homem de Soto Maior, no Julgado de Aldeias Altas (Caxias), com duas léguas de terra de comprido e uma de fundo. Dada na Cidade de São Luiz de Maranhão, 04 de Novembro de 1795, com o selo branco em relevo da Casa dos Noronha.

 87-     1820 Carta de nomeação para a Ordem de Christo dada no Palácio do Rio de Janeiro em 16 de Maio de 1820, concedendo a Mercê a Manoel Ignácio Moniz Barretto de Aragão e Menezes Fidalgo da Casa Real vencendo a “tença efectiva” de dois mil reis, assinado por Thomaz Antonio de Villanova Portugal, Ministro e Secretário de Estado dos Negócios dos Reino do Real Erário

 88-     1822. Recibo de Rs300$000 reis redigido e assinado pelo Conde dos Arcos, Governador da Bahia e último Vice-Rei do Brasil, recebendo do Sr. Antonio Esteves Costa “a dita quantia mesada que me são pagas em conseqüência da ordem do Sr. João Alves da Silva Porto”. Lisboa 2 de Julho de 1822. Assinado em duas vias “dos quais só uma terá vigor”.         Vendido

 89-     1822. Recibo de Rs300$000 reis redigido e assinado pelo Conde dos Arcos, Governador da Bahia e último Vice-Rei do Brasil, recebendo do Sr. Antonio Esteves Costa “a dita quantia mesada que me são pagas em conseqüência da ordem do Sr. João Alves da Silva Porto”. Lisboa 2 de Julho de 1822. Assinado em duas vias “dos quais só uma terá vigor”.         Vendido

 90-     1823. Recibo de Rs300$000 reis redigido e assinado pelo Conde dos Arcos, Governador da Bahia e ultimo Vice-Rei do Brasil, recebendo do Sr. Antonio Esteves Costa “a dita quantia mesada que me são pagas em conseqüência da ordem do Sr. João Alves da Silva Porto”. Lisboa 4 de Outubro de 1823. Assinado em duas vias “dos quais só uma terá vigor”. Vendido

 91-     1829. Comunicação do Capitão de Engenheiros Frederico Carneiro de Campos ao Exmo. Sr. José Clemente Pereira (Ministro de D. Pedro I), insistindo no fornecimento pelo Archivo Militar de um “nível” para execução dos trabalhos a ele encarregados. Carta manuscrita, tinta ferrogálica. Ass. Frederico Carneiro de Campos.Datada 22 de Maio de 1829.

 92-     1849. Ministério dos Negócios da Justiça. 20 de Novembro de 1849. Ass. Por Eusébio de Queiroz Coitinho Matoso. Ao Senhor Desembargador Chefe de Policia da Corte. Resposta ao Officio sobre acumulação de presos, reclamando das condições de 116 presos na prisão do Aujube sem responder ao juízo que seja providenciado o andamento de seus processos. Vendido

93-     1855. Ministério dos Negócios do Império. Comunica ao Sub Delegado da Fregesia de Santo Antonio que todos os medicamentos de que carece para o respectivo posto Medico ou de Emergência lhe serão diretamente enviados do Marquês Provedor da Santa Casa da Misericórdia. 10 de Setembro de 1855. Ass. Luis Pedreira do Coutto Ferraz.

 94-     1855. Comunicado da Secretaria de Estado dos Negócios de Justiça, ao Sr. Juiz de Direito Justiniano Baptista Madureira, que por ordem do Imperador ele está sendo removido da Comarca de Santo Sé para a Comarca de Jacobina na Província da Bahia. Assina Jovino do Nascimento Silva. Presidente da Província do Rio de Janeiro 7 de Julho de 1855.

 95-     1857. José Thomas Nabuco de Araújo. MINISTERIO DOS NEGOCIOS DA JUSTIÇA. Comunicação de Decreto de Nomeação de Antonio Luiz Coimbra de Gouvêa para Tezoureiro da Repartição de Polícia em 1º de Abril de 1857. Assinado por José Thomas Nabuco de Araújo.

 96-     1857. Carta Patente pela qual é nomeado o Cidadão Sebastião José de Madureira para o Posto de Alferes da Secção de Companhia, com a designação de sexta do Terceiro Esquadrão de Cavalaria de Guardas Nacionais do Município de Ponta Grossa. Dada no Palácio do Governo da Província do Paraná em 7 de Abril de 1857. Assinada por José Antonio Vaz de Carvalhaes (Vice-Presidente da Província do Paraná). Medindo 53x40,5cm, com selo branco e licenças.

 97-     1857. Ministério dos Negócios do Império. Officio comunicando a entrega a proprietária da casa que servia de Posto Médico da Freguesia de Guaratiba, e de ter entrado para o “Throno” a quantia de sessente e um mil oitocentos e oitenta reis (61$880), produto da venda dos objetos do dito Posto Médico. Ass. Luis Pedreira do Couto Ferraz. (futuro Presidente da Província do Rio de Janeiro). 13 de Abril de 1857.

 98-     1857. Ministério dos Negócios da Justiça.  Francisco Diogo Pereira de Vasconcellos: Officio determinando a imediata liberdade do norte-americano Thomaz McLean, detido. Ass: Francisco Diogo Pereira da Vasconcellos. Rio de Janeiro. 17 de Dezembro.

 99-     1857. Ministério dos Negócios do Império-Repartição Geral das Terras Públicas. Ofício acusando recebimento do mappa estatístico dos estrangeiros entrados nesta Capital durante o mês findo. Ass: Luis Pedreira do Coutto Ferraz. Rio de Janeiro, 07 de Março 1857.

 100- 1858. Palácio do Governador da Bahia. Officio ao Dr. Justiniano Baptista de Madureira Chefe de Policia da Província da Bahia. Comunicando que neste dia passou o exercício das funções ao Sr. Policarpo Lopes de Leão para substituí-lo interinamente, agradecendo e elogiando pelo zelo actividade e tino com que dirigiu os negócios de sua repartição tornando-se por isso credor de estima e agradecimento do Presidente da Província. Ass. João Luis Vieira Cansanção de Sinimbú.

 101- 1858. Minstério dos Negócios da Justiça. Passo às mãos de VSª. O incluso officio do Diretor dos Telegrphos Electricos, Guilherme Schüch de Capanema que pede providencias para conservação do fio eléctrico de comunicações da Costa para Petrópolis... pedindo toda brevidade possível. Com nota a lápis: Officie-se ao Capitão do Porto. Ass. Francisco Diogo Pereira de Vasconcellos. 26 de janeiro de 1858.

 102- 1858. Ministério dos Negócios da Fazenda Rio de Janeiro. Expedindo necessárias ordens para convocação de duas pessoas para testemunhas em um caso contra o senhor João Nepomuceno da Silva. 21 de Dezembro de 1858. Assinado por Francisco de Salles Torres Homem.

 103- 1858. Ministério dos Negócios da Marinha. Papel timbrado do Ministério da Marinha. Solicitação de captura de Praças do Vapor Jequitinhonha que desertaram. Ass. Visconde de Abaeté. 22 de Dezembro de 1858.

104- 1862. Officio do Ministério dos Negócios da Justiça ao Chefe de Policia da Corte, sobre o pagamento da despesa com o custeamento da prisão civil na Casa de Correcção, com a encadernação de livros para a Secretaria de Policia. Assinado por Francisco de Paula de Negreiros Sayão Lobato. 13 de Janeiro de 1862.

 105- 1862 – Ministério dos Negócios da Justiça Datado de 28 de Junho de 1862. Assinado por Jose Luis Vieira Cansação de Sinimbu. Sobre a representação do Ministro de S.M. Britânica acerca do incidente com os soldados da Policia da Tijuca que maltrataram os súditos de S.M.Britânica. Importante expediente. Este incidente transformou-se na famosa Questão Christie.  Vendido

 106- 1864. (D) Ministério dos Negócios do Império. Aditamento ao Aviso de 12 do corrente. “Em razão de partirem para Petrópolis sua Alteza a Sra. Princesa Dona Leopoldina e Seu Augusto Esposo depois de seu casamento, ficando transferidos para os dias 26 e 27 os festejos que deviam ter lugar em 16 e 17”. Assina José Liberato Barroso, futuro Presidente da Província de Pernambuco.Curioso documento. Suas Altezas como quaisquer plebeus ,  preferiram subir à Petrópolis para a chamada “Lua de Mel” aos festejos da Corte. Vendido

 107- 1864. Zacarias de Góes e Vasconcellos. MINISTERIO DA JUSTIÇA. 18 de Agosto de 1864. Comunicando e pedindo providências quanto as informações passadas pelo Ministro da Fazenda sobre o funcionamento irregular de Companhias de Seguro de Vida estrangeiras e venda de bilhetes de loterias, também estrangeiros. Assinada e dirigido a José Caetano de Andrade Pinto.

 108- 1864. Ministério dos Negócios da Marinha, Ordem a Intendência para enviar embarcação para “receber a estopa produzida pelos cabos velhos, que foram entregues no Asylo de mendigos e também enviar outra porção dos referidos cabos velhos para praticar o mesmo”. Assinado F. X. de Pinto Lima, Ministro da Marinha. 3 de Novembro de 1864.

 109- 1865. Ângelo Moniz da Silva Ferraz – Ministério dos Negócios da Guerra. Carta acusando o recebimento da relação de indivíduos, apresentados por Francisco de Paula Pimentel para os Corpos de Voluntários da Pátria (Guerra do Paraguai). 16 de Maio 1865.

 110- 1865. Ministério dos Negócios da Agricultura, João Marcondes de Oliveira e Sá. Comunicando incêndio havido na estalagem no Campo da Aclamação o qual foi logo extinto. Ao Chefe de Policia da Corte. 31 de Janeiro de 1865.

 111- 1866. Ministério dos Negócios da Justiça. Comunicado atendendo a solicitações, dispensando do serviço da Guarda Nacional, o continuo Francisco D’Oliveira Guimarães. Ass: Martim Francisco Ribeiro de Andrada. Rio de Janeiro, 19 de Dezembro 1866. Estado de conservação: Bom.

 112- 1867. Carta ao Barão Homem de Melo. Respondendo sobre carta e nomeação de Cargos  de Presidente, Chefe de Policia e Delegados nesta Província. Redigida e a assinada por Zacharias de Góes e Vasconcelos. 21 de Novembro de 1867.

 113- 1867. Cópia de um ofício reservado - Ministério dos Negócios da Justiça. Guerra do Paraguai. Dirigido ao Ministro da Justiça Martim Francisco Ribeiro de Andrada .Foi Ministro de Estado dos Negócios Estrangeiros (1866) e Ministro da Justiça (1866-1868)). Cópia de um officio reservado, datado de 11 de Março de 1867, sobre movimento de tropas ocorrido na Republica Argentina e a conseqüente necessidade de que sejam supridas o quanto antes pelo Império por Corpos destacados da Guarda Nacional de acordo com a hipótese prevista no Artigo 3º do Decreto 3056 de 04 de Agosto de 1855. Coordena Sua Magestade o Imperador que sua Excelência faça marchar para esta Corte os Corpos da Guarda Nacional. Vendido

 114- 1867. Ministério dos Negócios Estrangeiros, Oficio do Ministro dos Negócios Estrangeiros do Império, Antoniko Coelho de Sá e Albuquerque à Martim Francisco Ribeiro de Andrada (filho),” Projecto de accordo entre o Brasil e as Republicas Argentinas e Oriental do Uruguay a respeito de Francisco Solano Lopez e dos Generaes que com elle forem obrigados a retirar-se do território Paraguaio” datado 11 de Novembro 1867 e marcado  “RESERVADO”. Nestas propostas previa-se os exílio de Solano Lopes de dos seus Generais, a demolição das Fortificações de Humaitá, a dissolução do Exercito do Paraguai, a ocupação do seu território, a livre navegação dos rios, e o resguardo dos direitos da Bolívia. Importante documento para a historia do Brasil, Paraguai, Argentina, Uruguai e Bolívia. O autor que envia o projeto, foi  posteriormente  Presidente da Província de São Paulo. Martin Francisco foi Ministro de Estado dos Negócios Estrangeiros (1866) e Ministro da Justiça (1866-1868). Foi membro do Conselho de Estado e Conselheiro de S. M. o Imperador D. Pedro II.  11 de Novembro de 1867. Vendido

 115- 1871. O Presidente da Província do Rio de Janeiro na Conformidade do artigo 19 da Lei nº 261 de 3 de Dezembro de 1841, nomeia o Sr. Luiz Quirino da Rocha, futuro Barão de Palmeiras, para servir no cargo de supplente de Juiz em Paraíba do Sul durante o quatriênio de 1871 à 1875. Dado no Palácio do Governo em Nictheroy, Junho de 1871. Assinado Jovino do Nascimento Silva, Presidente da Província do Rio de Janeiro. Selado com as Armas do Império em alto relevo, com os registros.

 116- 1872. Gabinete da Presidência da Província do Rio Grande do Sul. Petrópolis, 05 de Maio de 1872. Ass. J.M. Figueira de Mello.

 117- 1873. Ministério da Justiça, assinado por Manoel Antonio Duarte de Azevedo, ao Desembargador de Policia da Corte, Aviso nº 28 de 01 de Dezembro de 1873 do Ministro dos Estrangeiros. Sobre reclamação de Sua Magestade Fidelíssima contra violências praticadas aos súditos portugueses. Pedindo urgência e informações circunstanciadas.    Vendido

 118- 1873. Ministérios dos Negócios do Império, ass. João Alfredo Correa de Oliveira. Recurso para o Governo Imperial. 31 de Julho de 1873. Oficio da Santa Casa da Misericórdia reclamando sobre o fato de ser recoberto  com pano de lã preta, a sala onde se achava depositado o cadáver de José de Freitas Guimarães, e coberto com pano de seda lavrada o lustre e espelhos da mesma sala.

 119- 1878. Ministério dos Negócios da Fazenda. Notificando sobre o envio do Diário Official, para que tenham a devida execução, os Decretos nº. 6972 e 6973 de 20 do corrente, sobre uma companhia Seguradora para os bilhetes de loteria do Estado. 23 de Julho de 1878. Assinado por G. Silveira Martins.

 120- 1878. Secção Diretoria das  Obras Publicas.  Ministério da Agricultura, Commercio e Obras Publicas, em 17 de Julho de 1878. Rio de Janeiro. Solicitando a instalação de uma linha telegráfica direta entre o Ministério supra citado e a Chefia de Policia. Ass. Antonio José Victorino de Barros.

 121- 1878. Palácio do Rio de Janeiro. Concessão de 2 meses de licença para o Bacharel Justiniano Baptista Madureira para tratar de uma varíola. Ass: Lafayette Rodrigues Pereira. Rio de Janeiro, 19 de Junho 1878.

122- 1880. Ministério dos Negócios da Justiça. Determinando que as Autoridades Policiais auxiliem as comissões sanitárias das Freguesias desta Corte na execução das medidas referidas pelo Ministro dos Negócios do Império. 09 de Fevereiro de 1880. Ass. Lafayete Róiz Pereira.

 123- 1880. Ministério dos Negócios da Justiça. 06 de Agosto de 1880. Aviso sobre incêndio havido em frente a Casa de Correção. Ass. M. Manoel Pinto de Souza Dantas.

 124- 1881. Manuscrito. Documento Oficial de Barra Mansa, Província do Rio de Janeiro, datado de 29 de dezembro de 1881, dirigida ao Dr. Manoel Antonio Rodrigues Torres, membro eleito da Assembléia Provincial do Rio de Janeiro. “.A junta apuradora dos votos das diversas eleições deste districto... passa as mão de Vossa Senhoria, na forma do artigo 185 ...com o decreto de agosto ultimo, o incluso Diploma de Membro de Assembléia Legislativa Provincial a qual foi Vossa Senhoria eleito em 17 do corrente mez para o biênio 1882-1883. Deus Guarde a Vossa Senhoria.” Seguem-se 10 assinaturas entre elas: Benjamim Luis Duprat, Custodio Serrão Leite Guimarães, Joaquim José Pereira Guimarães, Paulo Barbosa da Silva, Antonio Ribeiro da Fonseca. Documentos medindo 37x24.cm, 4 folhas manuscritas em tinta ferrogálica guardando a fita verde e amarela, autenticando o documento que se encontra manchado.

 125- 1882 (D). Secretaria da Presidência da Província da Bahia, papel timbrado, carta de nomeação de 1º Suplente de Juiz Municipal de Órfãos do Termo do Brejo Grande o Cidadão João Pires de Oliveira e Silva a quem passa o presente titulo. 25 de Abril de 1882, com assinatura de Pedro Luiz P. de Souza. Advogado, jornalista, político, orador e poeta, é o patrono da Cadeira 31 da Academia Brasileira de Letras. Conselheiro e Presidente da Assembléia Provincial da Bahia, na época Secretario de Governo. 4pp., papel c/ selo branco.

 126- 1884. Carta ao Chiquinho. Cobrança de honorários médicos. Papel timbrado, Campinas 20 de Fevereiro de 1884. Carta de Francisco Glicério, “A tua causa de cobrança executiva por honorários médicos contra o teu remisso cliente Cap. João Pereira de Almeida, está no Rio confiada a Adriano da Costa Pereira que se encontra no Banco do Brazil”, ass. Francisco Glicério.

 127- 1885. Gabinete do Presidente da Província do Rio de Janeiro. Manuscrito com assinatura  de José Cesário de Faria Alvim. 27 de Maio de 1885.

 128- 1888. Ministério dos Negócios da Fazenda. Comunicado ao Desembargador Chefe da Policia da Corte, sobre o envio aos competentes Peritos da Policia do livro escriturado para exame comparativo das letras com dos cheques falsos apresentados e pagos na Pagadoria do Tesouro Nacional. 30 de Junho de 1888. Ass. João Alfredo Correa de Oliveira,Ministro.

129- 1888. Concessão de Licença para tratamento de saúde ao Dr.Justiniano B. Madureira. Secretaria de Fazenda. Pedido de prorrogação por mais 2 meses. Ass: A.Ferreira Vianna. Rio de Janeiro, 17/10/1888.

 130- 1888. Ministério dos Negócios do Império. Papel timbrado. N.º 2013. Oficio ao mordomo da Casa Imperial assinado por José Fernandes da Costa Pereira Junior, Secretario de Estado, (foi Presidente da Província de São Paulo da Província do Espírito Santo), comunicando a existência de um depósito no Tesouro Nacional de Rs 6:502$151 mil reis provenientes dos foros e laudêmios cedidos por S.M. Imperador e encarregado nesta data o engenheiro Dr. Antonio de Paula Freitas por conta daquela quantia de dar inicio aos trabalhos de conservação da vallas da Imperial Fazenda. Rio de Janeiro.

 131- 1888. Ministério da Justiça, assinatura de Ferreira Vianna, Pedindo informações urgentes de suspeitas que recaem sobre Benjamim Leonardo de Gouveia. 05 de Julho de 1888.

 132- 1888. Ministério dos Negócios da Fazenda. Cópia de representação de escrivão do Tesouro sobre pagamento de quantia ao Dr. José Fernandes da Costa por bilhete falso apresentado na pagadoria por Polydoro da Fonseca Quintanilha Jordão, Amanuense da Intendência da Guerra. Providenciar sobre o caso como entender melhor. Assinado por F. Belisario Soares de Sousa.

 133- 1889. Ministério dos Negócios da Justiça. M. Ferraz de Campos Salles (futuro presidente da República). Ministério dos Negócios da Justiça. Autorização para a aquisição de um torrador para café, em substituição ao que já existe na Casa de Detenção, não excedendo o preço de cento e vinte mil réis. Ass: M. Ferraz de Campos Salles. Rio de Janeiro, 27 de Dezembro de 1889.

 134- 1889. Ministério dos Negócios da Justiça. Comunicando sua nomeação para o cargo de Ministro e Secretário de Estado do Senhor. Ass: Francisco D’A. Rosa e Silva. Rio de Janeiro. 07 de Janeiro de 1889.

 135- 1889. Secretaria de Policia da Cidade de S. Sebastião do Rio de Janeiro, 8 de Dezembro de 1889, Ao Cidadão Dr. Delegado de Policia, determinando seja feito exame (autopsia) no cadáver de uma criança parda do sexo masculino encontrado na pedreira de São Diogo. Ass. Pelo Chefe de Policia Dr. Sampaio Ferraz. (atenção: um dos primeiros documentos da Republica recém instaurada).

 136- 1889. M. Ferraz de Campos Salles (futuro presidente da República). Ministério dos Negócios da Justiça. Autorização para a aquisição de um torrador para café, em substituição ao que já existe na Casa de Detenção, não excedendo o preço de cento e vinte mil réis. Ass: M. Ferraz de Campos Salles. Rio de Janeiro, 27 de Dezembro de 1889. Vendido

 137- 1890 (D). Carta de Nomeação. “Manoel Deodoro da Fonseca, Chefe do Governo Provisório Constituído pelo Exercito e Armada, em nome da Nação, resolve nomear D. Olympia Francisca Proença para o lugar de Directora da Eschola primaria do 2º grau”. Com assinaturas de Manoel Deodoro da Fonseca e Benjamin Constant Botelho de Magalhães. Datado de 4 de Novembro de 1890. Documento com a assinatura dos 2 personagens mais proeminentes como autoridades da Republica que ainda não completara 1 ano de proclamada. Com selo branco e registros.

 138- 1890. Ao Generalíssimo Chefe de Governo Provisório da Republica dos Estados Unidos do Brasil. Requerimento que se levasse em conta para a antiguidade e vencimentos o tempo decorrido de 15 de Outubro de 1862 a 14 de Fevereiro de 1877 em que serviu como Deputado Geral e Membro do Conselho Naval.

 139- 1894. (D?) Carta Patente de nomeação de Manoel Euphrazio dos Santos como Comandante do 5º. Distrito Militar. Floriano Peixoto Presidente e o Ministro Bibiano Sergio Costallat. Com os registros, um deles assinado por Ruffino E.G.Galvão na f. e os demais no v. do documento. Emoldurado.

 140- 1903. Ministério da Justiça e Negócios Interiores, ao chefe de policia, sobre o assentamento de um mictório na Casa de Detenção. Ass. J.J Seabra. 17 de Abril de 1903.

 141- 1919.  Impresso. Eleições para Presidente da Republica. Ruy Barbosa assina apresentando fiscal para essa eleição. Com firma reconhecida pelo notário Raul A. Airosa. Vendido

 142- 1919.  Impresso. Eleições para Presidente da Republica. Ruy Barbosa assina apresentando fiscal para essa eleição. Com firma reconhecida pelo notário Raul A. Airosa.

 143- 1922 (D). Oficio impresso de candidatura à Presidência da Republica na eleição a realizar-se em 1º de Março de 1922, para o quatriênio de 1922 a 1926. O candidato Nilo Peçanha, nascido em Campos dos Goytacazes, tendo sido Presidente de 1909/1910, encabeçou a chapa do Movimento Reação Republicana, que tinha como objetivo contrapor o liberalismo político contra a política das oligarquias estaduais. Foi derrotado nas eleições de 1o de março de 1922, embora apoiado pelas províncias de Pernambuco, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro.  Neste oficio nomeia seu fiscal para o Município Gaúcho de Julio de Castilhos o Sr. L. Brasiliense Bastos com  os direitos estatuídos em lei. Documento datado e assinado por Nilo Peçanha, com a firma reconhecida. Carimbo do notário “Genes Gentil Bento”, Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Vendido

 144- s/d Couto de Magalhães. Carta ao Barão Homem de Mello tratando de política, falando de nomeação, “peço que me escreva sobre a Revolução”, e pergunta: “Quem achas que vence o Custódio ( de Mello) ou o Floriano ??”  “Qual a atitude real do Saldanha da Gama???”  “Será certo que vencendo o Custódio elle formará Governo com o Rui Barbosa??”  Assina Couto de Magalhães . José Vieira Couto Magalhães nasceu em Diamantina, Minas Gerais foi uma pessoa de extrema atividade intelectual. Secretário do Governo de Minas Gerais entre 1860 e 1861. Foi Presidente das Províncias de Goiás Pará, Mato Grosso e São Paulo. O “Selvagem”, obra escrita a pedido de D. Pedro II para figurar na Exposição de Filadélfia em 1876 é a sua obra mais famosa. Vendido

 145- Carta ao Barão Homem de Melo, s/d, redigida e assinada por J.R. de Lima Duarte, remetendo um memorial de requerimento da Cia. Promotora de Industria e Melhoramentos, da qual era Presidente. José Rodrigues de Lima Duarte presidiu a Câmara Municipal de Barbacena (1861 a 1881), foi deputado provincial á Assembléia de Minas Gerais de 1854 a 1860 por sete legislaturas. Foi presidente da Câmara dos Deputados e Senador do Império do Brasil, e Ministro da Marinha. Hoje é nome de Município em Minas Gerais.

 
 

Escravos, Impressos e Miscelânea

 146- 1808. MANUSCRITO. (Escravos). Traslado em Publica forma. Petição dirigida a D. João, Príncipe Regente, datada de Lisboa 22 de dezembro 1808. Documento com 4 folhas (8 páginas), em papel azul de linha d’água manuscritas f. e v. medindo 29x20,5cm., em excelente estado de conservação. A pedido de José Antonio Pereira “que havendo manejando em 35 annos hum vasto Commercio nas quatro partes do mundo promovendo nas Colonias a abundante introducção de escravatura. fazendo um Fundo na sua Casa de 180 contos de reis. empregados em escravos que existiam no Maranhão, no Rio de Janeiro,.e em Calhau de Lima, e estando com dificuldades, requereu uma Moratória que lhe foi concedida pela Real Junta do Commercio Agricultura Fábricas e Navegação destes Reinos. atendendo a importância deste patrimônio. e que ele é fructo legitimo da Indústria e actividade do suplicante...etc etc.” . Assinado: Francisco de Souza Pinto, Ministro do Tribunal.  Registrado na Chancelaria do Reino. O Tabelião Euzébio José Pereira de Carvalho e Aguiar. Documento em excelente estado.

 147- 1811. Domingos de Souza Coelho Caldas. Atestado a José Joaquim Justiniano. Fortaleza da Praia Vermelha. Com selo branco em relevo, e registros.

 148- 1829. 2 Recibos da Legação em Londres de Sua Magestade O Imperador do Brasil, ( D.Pedro I)  assinado pelo Marquês de Loulé, em  Paris. Refere a quantia de R$ 122$10 “importância da mesada mandada dar pelo mesmo Augusto Senhor a sua Irmã no mês de Outubro.” e para maior clareza passei dois recibos do mesmo theor, das quaes hum somente valerá. Paris 18 de Dezembro de 1829.

 149- 1832. Manuscrito: “Lista da 1ª Companhia da Guarda Nacional da Villa do Tejuco”. Datado de 03 de Março de 1832. Lista alfabética com os nomes de 133 membros da Companhia. com as assinaturas de Antonio Teixeira Otoni e Antonio da Câmara. 8p., costuradas em caderno, escritas a tinta ferrogálica. Em muito bom estado. Importante documento militar para Minas Gerais. O histórico Arraial do Tejuco é hoje Diamantina.

 150-  1833. Carta Manuscrita. À Câmara Municipal de Diamantina. “Por embaraços domésticos não posso assistir à Sessão de hoje”. Assinado por Bento de Araújo Abreu (deputado à Assembléia Provincial de Minas Gerais, na 1ª legislatura (1835-1837), na 2ª legislatura (1838-1839) e na 3ª legislatura (1840-1841)). Diamantina, 6 de Julho de 1833.

 151- 1834. Carta Manuscrita, e assinada pelo Sr. Severo Gomes Machado, ao Sr. Presidente da Comarca Municipal Desta Cidade. Informado que chegando ele a sua fazenda de residência devolverá o Diploma de Conselheiro Geral. Datado da Cidade de Vitória, 25 de Abril de 1834.

 152- 1848. Ministérios dos Negócios da Justiça, 10 de Junho de 1848. Oficio para evitar confusão nos sinais estabelecidos para anunciar a Corte e mais pessoas estando próxima a ocasião em que sua Magestade a Imperatriz (Theresa Cristina) dará a luz no Paço da Boa Vista, determine que se soltem as girândolas de foguete antes daquele tempo. Antonio Manoel de Campos Mucio. Documento com pequenas perdas no texto. Vendido

 153- 1849. a) À Secretaria de Policia da Província do Rio de Janeiro. Communico a V. Senhoria resposta ao seu officio de 17 do corrente, que nenhuma solução ainda tive da ordem, que transmiti ao delegado de policia do terreno de Saquarema a respeito do escravo Antonio de nação Cassange. 22 de outubro de 1849. b) O Officio datado de 16 de Outubro pp. Declarando ser impossível satisfazer a requisição que deveria ser encaminha ao Chefe de Policia da Província.  Ambos assinados por Venâncio José Lisboa.

 154- 1849. Officio de João Carneiro de Campos, ao Chefe de policia Desembargador Antônio Simoens da Silva, sobre concessão de passaporte para seguir viajem para Buenos Aires o Senhor Manoel Antonio Coelho.

 155- 1850. Palácio do Governo da Bahia. 09 de Outubro de 1850. Ao Dr. Juiz Municipal de Órfãos da Villa de Inhambupe para que entre em exercício de suas funções imediatamente a bem do serviço publico.Assinatura Francisco.

 156- 1854. Manuscrito. Macedo, Joaquim Manoel de. “Instituto Histórico e Geográphico Brasileiro”, comunicação dirigida ao Senhor Antonio Pereira Pinto. Datada de 24 dezembro de 1854, levando ao conhecimento que em Assembléia Geral no dia 22 do corrente o destinatário obteve os sufrágios necessários para o lugar de “Secretario Suplente”. Assinado: Joaquim Manoel de Macedo, 1º Secretario”. Papel timbrado do Instituto. Pequenos defeitos nas margens das duas folhas.  RARO  autógrafo de um dos mais importantes membros da elite intelectual brasileira do século XIX, autor do romance “A Moreninha”, marco na história do romantismo brasileiro. Em 1849, fundou, juntamente com Araújo Porto-Alegre e Gonçalves Dias, a revista Guanabara, onde publicou  grande parte do seu poema-romance “A Nebulosa”, que alguns críticos consideram um dos melhores do Romantismo. Foi professor de História e Geografia no Imperial Colégio Pedro II e professor dos filhos da Princesa Isabel. Deputado provincial (1850, 1853, 1854-59) e Deputado geral (1864-68 e 1873-81). Pertenceu ao Instituto Histórico desde 1845 tendo sido membro ativo na sua administração. Foi , ainda, Diretor da Instrução Pública da Corte em 1866. Vendido

 157- 1855. Comunicado da Secretaria de Estado dos Negócios de Justiça, ao Sr. Juiz de Direito Justiniano Baptista Madureira, que por ordem do Imperador ele está sendo removido da Comarca de Santo Sé para a Comarca de Jacobina na Província da Bahia. Assina Jovino do Nascimento Silva. Presidente da Província do Rio de Janeiro 26 de Junho de 1855.

 158- 1856. Para a sub delegacia de Campo Grande comunicando que pela falta de condutores não foi arremetida a ambulância por ocasião da epidemia. Que agora faço. Ao Sr. Desembargador Chefe de Policiada. 15 de Julho de 1856. ass. Francisco Cardoso dos Matos Peixoto.

 159- 1857. Documento dando a filiação de um marinheiro da 13ª Companhia Naval. 08 de Janeiro de 1857. Com furos. Ass. Antônio Carlos Mariz e Barros, por Rodrigo Navarro de Andrade.

 160- 1857. Filiação de Marinheiro da 11ª Cia. Naval de 3ª Classe, Manuel Maria Cazemiro natural de Sergipe “idade 13 annos”, a bordo da Canhoeira Campista no Rio de Janeiro. Com a assinatura de Antonio Carlos de Mariz e Barros. (confirmar o posto militar, na ocasião). Vendido

 161- 1857. Secretaria do Estado dos Negócios da Justiça. Rio de Janeiro, 04 de Novembro de 1857. Relativo a condução dos quatro presos que forão remetidos desta corte ao Chefe de Policia de Minas Geraes. Ass. Josino de Nascimento Silva.

 162- 1862. Ministério dos Negócios da Guerra. Por falta  ao serviço no Laboratório, o Africano livre chamado Julião, pede-se as necessárias providências para a captura do mesmo. Segue descrição do Africano..Ass: Polydoro Quintanilha Jordão, Rio de Janeiro, 21 de Junho de 1862.

 163- 1862. Carta de Nomeação de Cavaleiro da “Ordre Imperial de la Lègion D’Honneur”. Dada por Sua Magestade o Imperador Napoleão 3º por Decreto nº 9513 de 22 de Novembro de 1862 à Antonio Carlos Mariz e Barros “Lieutenant de vaisseau de la Marine Brasilienne”. Com o selo em relevo, assinado pelo Secretario Geral e colacionado pelo Chefe da Divisão Administrativa. Vendido

 164- 1864. Notas Promissórias (2). Campos 31 de Outubro de 1876, estampilhada, com prazo de 60 dias, no valor de Rs 293$256 (duzentos e noventa e tres mil duzentos e cinquenta reis), emitida por José Nunes de Oliveira Barbosa e aceite por Carlos Maria Rodrigues. Itaguahy 13 de Dezembro de 1864, com prazo de três anos precisos, no valor de Rs 2:615$200 (dois contos seiscentos e quinze mil e duzentos reis), pagara ao senhor João Candido Antonio d’Oliveira, aceite por Bernadino Machado.

 165- 1866. Ministério dos Negócios da Marinha. Sua Majestade o Imperador manda ofício ao Dr Justiniano Baptista Madureira, comunicando-lhe sua nomeação para o lugar de Membro efetivo do Conselho Naval durante o impedimento do Bacharel Joaquim Saldanha Marinho. Ass: Affonso Celso de Assis Figueiredo futuro Visconde de Ouro Preto  nasce em Ouro Preto, Minas Gerais e morreu no Rio de Janeiro em 1912. Foi Senador e Ministro do Império.Interessante documento tendo em vista as duas personalidades envolvidas: um monarquista e outro republicano. Rio de Janeiro 08 Outubro de 1866.

 166- 1868. Ministério dos Negócios da Justiça. 30 de Dezembro de 1868. José Martiniano de Alencar, sobre prisão do escravo Antonio vendendo bilhetes de loteria. José Martiniano de Alencar que por 2 anos exerceu o cargo de Ministro da Justiça é o expoente da literatura nacional conhecido autor de “O Guarany” e “Iracema”, entre outras dezenas de títulos da literatura chamada indianista. Em 1870, por desavenças com o Imperador D.Pedro II, renunciou ao cargo que exercia, dedicando-se, desde então somente à literatura. Vendido

 167- 1868. Ministério dos Negócios da Marinha. Officio Reservado. Ao Chefe de Policia da Corte. Esclarecimentos para efetivar o pagamento de 36 libertos. Ficando estabelecido que o pagamento a dinheiro só deverá ser feito quando expressamente declarado na proposta caso contrario o pagamento será  por apólices pela cotação da praça. 13 de Janeiro de 1868. Ass. Affonso Celso de Assis Figueiredo, o futuro Visconde de Ouro Preto.

 168- 1870. Assentamentos do Alferes Quintino Gomes de Menezes desde o seu embarque na Corte a 10 de Julho de 1865 no Corpo 31º dos Voluntários da Pátria para a cidade do Rio Grande do Sul até o seu desembarque nesta Corte em 24 de Maio (ilegível), quando o S.M. Imperador concedeu-lhe as honras do Posto de Alferes do Exercito em atenção aos elevados serviços prestados na Guerra contra a Republica do Paraguai. 16 de Agosto 1870.

 169- 1870. Ministério dos Negócios da Justiça. Sobre a compra de 233 pares de calçados para os Praças da Guarda Urbana. Ass. Joaquim Octavio Nébias. 21 de Abril 1870.

 170- 1871. Carta redigida e assinada por Martin Francisco, ao Barão Homem de Melo, pedindo uma promoção para o Cadete Índio Octaviano Gonçalves Benjamim a Alferes. “O meu recomendado serviu durante toda a Guerra do Paraguay sem que o Governo o promovesse! Vê V. Excia. que é doloroso, para um paulista, ser objeto de tanta rejeição”. São Paulo 27 de Janeiro 1871.

 171- 1871. MANUSCRITO. Escravos. “Carta”. A.C. Tavares Bastos dirigida ao  Conselheiro Theodoro Machado F. Pereira da Silva: “Profundamente penhorou-me a honra que se dignou V. Exma. fazer-me, em sua estimada carta de 19 do corrente, ordenando-me que examinasse o “Projecto de Regulamento para a Matricula dos escravos”, trabalho pelo qual desde já solicito a S. Excia. como um serviço mais à grande causa da emancipação. Incluso o devolvo com algumas ligeiras indicações que V. Excia. haja de relevar...”. R. dos  Felizes (Santa Thereza), 22 de outubro,1871, assinada e em excelente estado. Vendido

 172- 1872. Policia da Corte. Nota Fiscal da Rio de Janeiro Gás Company-Limited. Para a Guarda Policia do Catumbi. Conta de três mil reis, dívida da secretaria de policia, por conta de uma arandela singela. 29 de Junho de 1872.

 173- 1873. João José de Oliveira Junqueira. Ministério dos Negócios da Guerra. Comunicado dirigido ao Chefe de Polícia da Corte, Sr Ludgero Gonçalves da Silva proibindo qualquer retirada de pólvora pertencente a particulares sem prévia licença da Repartição da Polícia. Ass: João José de Oliveira Junqueira. O signatário foi , magistrado, Ministro de Estado quando da assinatura deste documento e Senador pela província da Bahia. Documento datado Rio de Janeiro, 23 Junho de 1873.

 174- 1873. Renda Municipal. Nº 91. Recebi do Sr. Barão de Pirapitinga, por conta das orphãs a quantia de 30$400 reis, importância dos direitos de 38 sacos embarcados em... Cidade de Campos, 2 de Outubro de 1873.

 175- 1873. Transferência de Crédito em notas promissórias. Campos 19 de Março de 1973, estampilhadas. Transação entre o Capitão José da Terra Pereira e o Sr. Brasílico Pinheiro Tiburcio que endoça a divida aos Senhores Ferreira Braga, Irmão & Cia. negociantes na cidade do Rio de Janeiro. No valor total de Rs 8:182$640 (oito contos 182 mil e seiscentos e quarenta reis).

 176- 1874. Carta redigida e assinada por João Silveira de Miranda ao Cap. Alfredo Escragnole Taunnay. Assuntos referentes a Província do Paraná.

 177- 1874. Nota Promissória nº 2014, no valor de Rs 1:420$310 (1 conto e quatro centos e vinte mil e trezentos de dez reis) , recebidos do Sr. Gracie & Ferreira, “por uma ordem a nosso favor,  saque do Exmo. Sr. Barão de Pirapetinga por conta do Orphão Sr. José  Maria de Oliveira Vianna. 7 de Agosto de 1874.

 178- 1875. Directoria Geral dos Negócios da Justiça. Requerimento do Bacharel Joaquim Hippólito, que pede hum ano de licença para tratar de sua saúde na Europa. Ass: Antônio José Victorino de Barros. Rio de Janeiro, 12 de Abril 1875.

 179- 1875. Envelope aberto, estampilhado com selo de 100$000, datado de 25 de Fevereiro de 1875, e destinado a Luiz de Rezende, Rio de Janeiro. Há anotação “Ourives 45”. Luiz de Rezende foi o mais famoso artista joalheiro do final do 2º Império e inicio da Republica. Circulado, com Carimbos.

 180- 1875. Envelope aberto, estampilhado com selo de 100$000, datado de 25 de Fevereiro de 1875, e destinado a Luiz de Rezende, Rio de Janeiro. Há anotação “Ourives 45”. Luiz de Rezende foi o mais famoso artista joalheiro do final do 2º Império e inicio da Republica. Circulado, com Carimbos.

 181- 1876. Nota Promissória. Campos 31 de Outubro de 1876, no valor R$ 290$256 reis, em favor de Antonio Carlos Maria Rodrigues. José Antunes de Oliveira Barbosa.

 182- 1877. 3 de Janeiro. Envelope aberto, estampilhado com selo de 100$000 datado de Diamantina 03 de Janeiro de 12877 e destinado a Luiz de Rezende, Rio de Janeiro. Há anotação “Ourives 45”. Luiz de Rezende foi o mais famoso artista joalheiro do final do 2º Império e  inicio da Republica. Circulado, com Carimbos.

 183- 1877. Miguel José Rodrigues Pereira (Miguel Pereira hoje nome de Município do Estado do Rio de Janeiro), residente na Freguesia de Cebolas, desta Terra de Parayba do Sul, Proclama, que por escritura publica, de 27 de outubro de 1877, passada na Corte  e Capital do Império pelo Escrivão do Juizo de paz do 2º Districto da Freguesia de Santa Rita. Ernesto José Pedroso, vendeu, à Joaquim Moreira Telles, morador na Ilha do Governador, a escrava de nome Saturnina, cor preta, solteira, com 17 annos de idade, creoula, e do serviço domestico, matriculada no Município de Cachoeira  na Província da Bahia, 10 de Setembro de 1872. Com a escritura original. Com carimbo da Coletoria de Rendas de Parayba do Sul.

 184- 1878. Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas. Ordem, Officio dirigido ao Senhor Chefe de Policia da Corte, sobre a transmissão de dois mil passes da Companhia Botanical Garden Rail Road, em 20 livros para o serviço das sub-delegacias das freguesias da Gávea, Lagoa e Glória. Conforme requisitado. Ass: M. Marques de Macedo. Rio de Janeiro, 20 de Julho de 1878.

 185- 1879. a) Nota fiscal da Officina de Alfaiate na Rua do Hospício (atual Buenos Aires), em nome do Barão de São José (José Gomes de oliveira Lima – Tenente Coronel). Fardamento completo para o seu neto Candido Augusto de Miranda e Sá no valor de 90.000 reis, com o respectivo recibo. Rio de Janeiro, 31 de Maio de 1879. b) Nota Fiscal da Loja de Funileiro na Rua Direita (hoje 1º de Março). Campos 1874. 23 de Fevereiro. Em nome do Barão de Pirapitinga. Com o respectivo recibo, na importância de 25.000 reis.

 186- 1879. Livro . Salvador de Mendonça. Trabalhadores Asiáticos . 1ª. Edição. Com dedicatória manuscrita ao Presidente da Província do Paraná Dr. Rodrigo Octavio de Oliveira Menezes, do Conselheiro e Ministro do Império João Vieira Cansanção de Sinimbú que “mandara publicar” esta obra, publicada em New York em 1879. Encadernação de época, faltando parte da lombada. Faltam as capas. Dedicatória e texto em excelente estado.

 187- 1879. Livro. Salvador de Mendonça. Trabalhadores Asiáticos. 1ª. Edição Com dedicatória manuscrita ao Barão de São Clemente, grande proprietário de escravos, do Conselheiro e Ministro do Império João Vieira Cansanção de Sinimbú que “mandara publicar” esta obra. A repercussão foi grande e em 1881, dois anos após, o autor Salvado de Mendonça publicou uma 2ª. Edição com o titulo “Imigração Chineza”. Encadernação moderna em muito bom estado, exemplar guardando as capas da brochura estas assim como a dedicatória, manchadas, texto em muito bom estado.  Vendido

 188- 1879. 3 documentos referentes a escrava Maria, preta, idade 45 anos, serviço e roça; a) recibo de compra a João Pereira de Souza pela quantia de 450$000 reis recolhida a renda Provincial pelo recibo nº 101 da Coletoria de Campos na importância de 20$000 (vinte mil reis); b) Documento de Escritura de Venda nº 238 da escrava Maria por Antonio Francisco de F. Castro, datado de Dezembro de 1879;  c) Traslado de Procuração em papel impresso da Freguesia de Santo Antonio dos Guarulhos, do termo de Campos dos Goytacazes que o então proprietário João Pereira de Souza constitui se bastante procurador José de Souza. para vender a dita escrava Maria. Vendido 

189- 1880. “Carte de Visite” .Carlos Gomes. Manuscrita e assinada pelo grande músico, datado de Milão, 21 de Fevereiro de 1880. “Ao amigo e chará ...” participando que parte , no paquete Senegal para a Bahia, em companhia do “Pasisni”. Fala da falta de uma “prima dona” e garante que “não esperem celebridades” mas  a “Companhia” que vae desta vez é a melhor possível”. Juntamente com uma “Carte Postale” reproduzindo seu busto pelo escultor  Bernardelli. Assina C. Gomes.

 190- 1880. Bilhete Postal (Bernadelli) e Bilhete: Timbrado de Carlos Gomes ao “Amigo e Chará”, Milão 21 de Fevereiro de 1880. “Mando-lhe estas linhas as carreiras, porque o correio parte. Fique sabendo, e tenha a bondade de fazer saber a todos que, com o paquete Senegal eu parto para a Bahia em companhia do Pasini. Só falta a prima Donna para a completa formação da companhia. Não esperem celebridades, não existem, e sobre isso já lhe escrevi; porém a companhia que vae desta vez é a melhor possível. – Adeus, Adeus, até logo. Receba um abraço do seu reconhecido amigo. Assinado  C. Gomes”.

 191- 1880. Nota de Prestação de Serviços Médicos e Cirúrgicos. Ao Dr. José Ferreira Barreto. Sobre os serviços prestados de 1877,78 e 79, no valor de Rs 3:000$000 (3 contos de reis). Datada de Campos, 24 de Maio de 1880.

 192- 1880. Nota nº 5.535. com timbre “Coletoria de Rendas Parahyba do Sul”. Miguel Rodrigues Pereira residente neste município declara que no dia 12 de novembro do corrente anno nasceu de sua Escrava Josefina, Parda, solteira, uma criança de cor labra do sexo feminino, que será batiza com o nome de Jacinta. Freguesia de Cebollas, Cidade da Parahyba do Sul 20 de Novembro de 1880.

 193- 1880. Manuscrito. Carta manuscrita do Tratador argentino do cavalo “Gauchito” para o tratador do cavalo no Brasil. “El modo de cuidar el caballo Gauchito es el seguinte” 1 folha , escrita com tinta ferrogálica , frente e verso, com 9 parágrafos. Caligrafia perfeitamente legível. Vê-se o cuidado que o Tratador na Argentina tinha com o manejo do animal . Este cavalo tem uma história curiosa: nascido na Inglaterra e registrado sob o nome de Cônsul, foi importado por um criador da Argentina que o rebatizou de Gauchito. A seguir, foi  importado por José Calmon Nogueira da Gama e foi  novamente rebatizado de Zephyro. Este animal é o No. 1 do Stud Book Brasileiro e com ele e  a égua Hyeroglific, também importada por Nogueira da Gama , foi iniciada a criação do P.S.I.  no Brasil. Sempre, debaixo de todos esses nomes, Cônsul, Gauchito ou Zephyro,  foi um Campeão. Peça única e valiosa para a história do Turf no Brasil.Sem data, provavelmente 1890.

 194- 1881. Carta Manuscrita ao Sr. Homem de Mello. Papel timbrado “Gabinete do Ministro da Justiça”. Assinado por Manuel Pinto de Souza Dantas. Foi ministro da Justiça entre 1880-1882, e interinamente Ministro do Império, no 28º Gabinete, presidido pelo Conselheiro José Antônio Saraiva. Era de orientação Liberal, tendo na Bahia uma sólida base política, inclusive fazendo de seu filho, Rodolfo E. de Souza Dantas, citado nesta carta, Deputado e Ministro.

 195- 1881. Título de Eleitor nº 318. Município da Corte. Parochia da Glória. Nome do eleitor: José Baptista de Madureira. Magistrado. Renda de rs 6:000$000 (seis contos de reis), e sabe ler e escrever, domiciliado em Praia do Flamengo nº 48, o Juiz de Direito que assina juntamente com o titular é o Dr. Manoel Martinho Monteiro Torres.Muito raro encontrar-se um título de eleitor do Império.

 196- 1882. 2 documentos. a) Carta pessoal redigida e assinada por Maria Emilia Maciel da Costa dirigida ao Exmo. Sr. Ministro do Brasil Barão de Aguiar e Andrade. Solicita a requerente a S.M. Imperador, “que lhe tome baixo sua Augusta proteção e não a desampare”. Maria Emilia era filha única  do finado Marques de Queluz, vivendo em miséria e quase cega. b) Legação Imperial do Brasil, Lisboa, 18 de Abril de (1882). Oficio dirigido ao Mordomo da Casa Imperial, Barão de Nogueira da Gama, assinado pelo Barão de Aguiar Andrade, acusando o recebimento de uma letra de cambio sacada pelo English Bank of Rio de Janeiro contra o Banco de Portugal, de ordem de S.M. Imperador como donativo que lhe faz o mesmo Augusto Senhor para a Referida senhora Maria Emilia Rs 178$125 (cento e setenta e oito mil reis).

 197- 1882. João Ferreira - Palácio do Rio de Janeiro. Pedido de licença de 3 meses a Justiniano B. Madureira para tratar de sua saúde. Ass: João Ferreira. Rio de Janeiro, 06 Outubro de 1882. Com Registros.

 198- 1883. João Ferreira de Oliveira. Palácio do Rio de Janeiro. Pedido de prorrogação da licença de Justiniano Baptista Madureira por 2 meses por motivo de saúde. Ass: João Ferreira. Com selo branco do Império e os devidos registros. Rio de Janeiro, 04 Janeiro de 1883.

 199- 1884. Nota Promissória em impresso de “Silva Carneiro & Companhia”, Campos, datado de 05 de Janeiro de 1884, no valor de 1 conto de reis, pelo prazo de seis meses precizos: se pagará à Benta Soares Marques.No v. assina o tomador Marcelino Francisco Soares.

 200- 1883. Livreto relatório apresentado a Assembléia Geral dos Accionistas do Banco de Campos. em 12 de Agosto de 1883 por Seu Presidente José Joaquim de Moraes, Tenente Coronel. Rio de Janeiro. Leuzinger & Filhos. 24 p.+ anexo, Contendo lista dos Acionistas, e balanço do semestre findo em Dezembro de 1882 e balanço do semestre findo Dezembro de 1883. Anotação manuscrita “Pagou 4 mil duzentos reis de selo a Colhetoria de Campos”. No anexo estão os nomes com o respectivo numero de ações dos acionistas. Entre eles: Visconde de São Sebastião, Barão de São José, Barão de Goytacazes, Barão de Azeredo Coitinho, Francisco Saturnino Braga, Felisberto Arhtur Mignot, Caetano Thomas Pinheiro, Dr. Correa Fernandes, Major Julião Ribeiro de Castro, Manoel José de Castro, Oliveira Guimarães & Tinoco, Paula Domingas Alves Manhães.

 201- 1886. a) Notas Fiscais (2) da Pharmacia Central e Drogaria A.J.R. d’Araujo na Rua do Cattete Largo do Machado, com o selo e os recibos, datados de Campos. Compra de medicamentos para as órfãs Maria Leopoldina e Rosa Leopoldina de Abreu Caldeira. b) 1873. Renda Municipal. Exercício de 1873, Recibo de 30 mil e quatrocentos reis do Senhor Barão de Pirapitinga (João Caldas Viana Filho) por conta das ditas Órfãs. Cidade de Campos, 2 de Outubro de 1873.

 202- 1887. MANUSCRITOS. Escravos. “Imposto de Escravos”. Exercício de 1886 a 1887. Documento em papel oficial com as armas do Império, na margem interna gravado: “Província de São Paulo”. “Certifico que o Sr. Dr. Francisco de Paula Rodrigues Alves e Virgílio Rodrigues Alves, devem a quantia de vinte cinco mil e duzentos réis de imposto addicional de seus escravos empregados na lavoura”. Datado de 7 de Janeiro de 1887. Assinatura do Escrivão. Recibo datado de 18 de Junho de 1887, “O Colletor” Augusto José Vieira. Este documento seria apenas outro recibo sobre impostos de escravos, não fossem os titulares do imposto devido, representantes da aristocracia rural paulistana e um , futuro Presidente da República. Excelente estado. Vendido

 203- 1887. Ministério da Justiça. Oficio determinando que não deixem desembarcar “vagabundos turcos” que vem no vapor Lavarello sem passaporte. Ao Desembargador Chefe de Policiada Corte. Ass. ilegível. 28 de Junho de 1887.

 204- 1888. Carta redigida e assinada por Escragnolle Taunnay. Datada de 1 de janeiro de 1888 desejando ao amigo Sr. Fontana boas entras e falando do seu regozijo com as noticias que tem recebido, e falando de laços e alianças políticas, e pedindo a nomeação do Comendador Francisco Fontana para Diretor Geral dos Jardins e Praças da Cidade de Curitiba.

 205- 1888. Carta redigida e assinada por Escragnolle Taunnay, datada de 31 de Outubro de 1888, pêsames ao Seu Amigo Fontana e com noticias de Curitiba.

206- 1889. Carta ao Conselheiro Barão Homem de Melo datada de Buenos Aires, Janeiro de 1879, das informações sobre a obra do Dr. Zeballos “que ainda não saiu a luz”, e assim que sair lhes serão remetidas. Assinatura não identificada.

 207- 1889. Justiniano B. Madureira. Certidão de cargos ocupados pelo Dr. Justiniano B. Madureira entre 1850-1889. Ass: Justiniano B. Madureira.

 208- 1890. Carta de Nomeação. “Manoel Deodoro da Fonseca, Chefe do Governo Provisório Constituído pelo Exercito e Armada, em nome da Nação, resolve nomear D. Olympia Francisca Proença para o lugar de Directora da Eschola primaria do 2º grau”. Com assinaturas de Manoel Deodoro da Fonseca e Benjamin Constant Botelho de Magalhães.Datado de 4 de Novembro de 1890. Documento com a assinatura dos 2 personagens mais proeminentes e maiores autoridades da Republica que ainda não completara 1 ano de proclamada. RARO. Excelente estado. Com selo branco e registros. Vendido

 209- 1890. Registro de envio dos Correios. Campos dos Goytacazes. Certificado nº 1348, 1349, 1350, 1355. Estampilhados no verso, todos datados de 03 de Março de 1890. Cada um no valor de trezentos reis.

 210- 1890. Rodolfo Bernardelli: Homenagem ao Republicano Coronel Senna Madureira um dos precursores da Republica, através de um busto feito pelo grande escultor Rodolfo Bernardelli em memória aos 11 anos de falecimento. Assinam Augusto Tasso Fragoso, João Baptista da Motta, João Gualberto de Mattos, e do Escultor Rodolfo Bernadelli. Rio de Janeiro, 22 Julho de 1890.

 211- 1891. Apólice de Seguro de Vida. Potectora das Famílias. Associação Brasileira de Seguro Mutuo Sobre a Vida. Rio de Janeiro. Contribuinte Francisco Rodrigues d’Abreu Caldeira, no valor de Rs 100$000 (cem mil reis), recibo da 2ª anuidade.

 212- 1892. Impresso da Secretaria da Inspectoria Geral da Instrucção Publica do Estado de Minas Geraes em Ouro Preto, Março de 1892, fazendo chegar ao conhecimento dos professores deste município que de agora em diante o pagamento dos seus vencimentos se dará pelas “estações fiscais”. Assinado José Agostinho Lessa, Secretario.

 213- 1894. Luiz de Saldanha da Gama em papel timbrado do Royal Hotel Buenos Aires.13 de outubro de 1894. A Benjamim de Mello. Assina Luiz de Saldanha da Gama, reenviada ao Ilmo Dr. James Darcy em 12 de Dezembro de 1905 pelo Sr. Benjamim de Mello. Vendido

 214- 1895 - Club de Engenharia. 15 de Fevereiro de 1895, 35x22,5cm, 4p. Homenagem do Club de Engenharia ao ilustre diplomata Conselheiro Barão do Rio Branco quanto ao sucesso do estabelecimento das fronteiras definitivas sobre parte dos territórios das missões, para este resultado “de paz duradoura”, muito contribuiu Vossa Excelência,. queira aceitar nossos mais sinceros aplausos.... do Club de Engenharia. Seguem-se aproximadamente 50 assinaturas dos membros do “Club”, entre eles: Carlos Conrado de Niemayer, Horta Barbosa, Fernando Pinheiro Paes Leme, Julio Koeller, Alfredo Magno de Carvalho, Adolpho Del Vechio, André Gustavo Paulo de Frontin, Francisco do Rego Barros Barreto, Smith Vasconcellos, Pedro Betim Paes Leme, Conrado Jacob de Niemayer, Pedro Dias Gordilho Paes Leme. Assinaturas da elite erudita do início da República homenageando o Barão do Rio Branco , expoente da política externa do Brasil. Vendido

 215- 1897. Nota Fiscal da Pharmacia e Drogaria Silva Araújo & Cia. em nome da Baroneza de Goytacazes.(ver quem é) Aviamento de inúmeras receitas no valor de 107.500 reis com o respectivo recibo. 30 de Abril de 1897.

 216- 1897. Notas Promissórias (2). Emitidas em Murundú ( Distrito de Campos). a) 13 de Dezembro de 1897, no valor de Rs 1:005$000 (um conto e cinco mil réis), com vencimento a oito meses precisos, estampilhada; b) 13 de Janeiro de 1899, no valor de Rs 530$000 ( quinhentos e trinta mil reis) a doze meses precisos, ambas com aceite de Olinto Barreto.

 215A- 1904. Rio Branco, Barão. Telegrama original manuscrito do... Dirigido ao Capitão do Porto, Comandate e Officiaes do Deodoro (estacionado em) Santos. “Muito me penhora o telegramma com que me honraram eu tinha a certeza de que um tratado que alarga as fronteiras do Brazil encorporando definitivamente a nossa união fastissimos territórios habitados por milhares de compatriotas nossos não podia deixar de merecer a approvação dos nossos militares de mar e terra as provas que vou recebendo de que não me enganava anima-me no meio da guerra de injustiças que a paixão políticas de alguns de nossos compatriotas abrem contra mim e a que assisto sem irritação contente de haver cumprido o meu dever e convencido de que tenho a meu lado a quase unanimidade da nação”. Assinado Rio Branco. O Barão redige este texto, direto sem pontuação. Texto expedido às 9:55h com rubrica não identificada de funcionário dos telegraphos, e carimbado. Texto recebido em São Paulo às 9:50h p.m., também com rubrica não identificada. Texto legível em excelente estado de conservação já limpo e reforçado na parte posterior.  Vendido

 215B- Cartão Postal Impresso na Holanda contendo a reprodução de um quadro do “Rijks Meseum” de Amsterdan, Assinado Rio Branco e datado 6 de Fevereiro de 1906. Vendido

 217-  1913. Carte de Visite. Henrique Bernardelli, artista irmão do escultor Rodolpho Bernardelli, ao “Amigo Luiz agradeço pelos bons augúrios que envia ao seu velho mestre”, (o artista Joalheiro Luis de Rezende).

 218- 1918. Papel timbrado do Gabinete do Presidente Borges de Medeiros do Rio Grande de Sul. Carta Dirigida a Gumercindo Ribas solicitando colocação no funcionalismo federal para João Pinto da Silva “possuidor de bela intelligencia, aprimorada cultura literária e accentuada vocação jornalística...”, datado de Porto Alegre, 11 de Maio, carta datilografada e assinada por Borges de Medeiros,  na ocasião Presidente do Estado do Rio Grande.

 219- 1927. Carta em papel timbrado em alto relevo, do Gabinete do Presidente do Estado de Minas Gerais, datado de 2 de Março, dirigida a Gumercindo Ribas e assinada por Antônio Carlos Ribeiro de Andrada, já a 3ª geração de “Andradas” na Política Mineira e Brasileira. Lamenta a idéia de G.Ribas de fazer-se Diplomata “Teu lugar é na política”. Junto envelope selado 100$reis.

220- 1928. Maria Eugenia Celso. Manuscrito Original, provavelmente  inédito. Poesia intitulada, “Meu home”, 4pp., de papel almaço manuscritas com inúmeras correções da autora que ao final da 4ª página assina seu nome por extenso e data 28/7/28, com tinta diferente. Redigido em linguagem cabocla, “O meu home usa bigode; As moda diz que num pode; Mas deixa as moda falá!; Bigode dá fidarguia; E minha avó me dizia; Que beijo sem tê bigode; É feito sopa sem sá”. “Meu home ronca drumindo; Que inté parece o truvão; Tem gente que isso arrelia; Eu chego a achá ronco lindo; E é mió ronca drumindo; Do que vivê todo dia; Há lhe aturá roncreção”. Peça única!

 221- 1930. minas gerais , 1930. “Exmo. Sr. Presidente Antonio Carlos”. Documento datilografado, datado de “Bello Horisonte, 11 de fevereiro de 1930”. Duas folhas duplas (4 páginas) de papel ofício pautado, com 55 assinaturas de Mineiros liberais inconformados com desfecho da Revolução liderada por Getúlio Vargas acabando com a hegemonia da chamada política do “café com leite” ( São Paulo e Minas) dominando os sucessivos  governos do Brasil. “Minas altiva e independente não pode acceitar impassível actos humilhantes de intervenção em seu território, os quais ferem fundamente a autonomia, dignidade e honrosas tradições de seu povo livre e civilizado... Minas, ordeira e pacifica... esta prompta aos maiores sacrifícios em defesa dos seus brios,... Os abaixo assignados, aguardando as ordens de V. Excia. declaram-se dispostos a cooperar, em qualquer terreno, na defesa, autonomia e integridade... do Governo de V. Excia.”. Entre as assinaturas: João Cleto Correa; Wadi Abud; Benedito Valladares; Nilton de Paiva Ferreira; Edgard Horta; João Batista T. Velho; José Soares de Oliveira; Messenas Dourado (promotor de Viçosa); José Vaz de Melo (reservista); Raul Alvarez da Silva Campos; Benedito de Azeredo Coutinho (cabo reservista); Gabriel R. Passos; Flavio Barbosa Mello Santos; Ari Baeta Neves; Armando Caldeira Brante; Candido e Antonio Perillo; Antonio Vianna Calábria; José Alphonsus de Guimaraens; Mozart Silva; Ernesto Silva; José de Paula Pinto; Ernesto C.Abreu,entre outro. Assinaturas da elite política das Minas Gerais. Vendido

 222- 1933. Recibo do Instituto da Ordem dos Advogados Brasileiros, no valor de 55.000$000 reis, relativo a jóia de admissão como membro effectivo do Dr. Gumercindo Ribas, 8 de maio de 1933.

 223- 1935 (D). H. Villa-Lobos. Certificado dos cursos de orientação e aperfeiçoamento do ensino de musica e canto orpheonico à professora Regina Moema Gonçalves. Nº 941, papel timbrado “Prefeitura do Distrito Federal – Departamento de Educação”, 21 de Dezembro de 1935, Com assinatura de H. Villa-Lobos, marco na música erudita brasileira.

 224- 1944. Carta Manuscrita assinada por Manuel Bandeira. Dirigida ao seu amigo Murilo (Miranda) escrita em Petrópolis, no Hotel D. Pedro II, na Praça D. Pedro II, datada de Petrópolis 27 de Janeiro. “Murilo devolvo-lhe os desenhos do Guignard. Aprovados: estão lindos; duas ou três pessoas de gosto a quem os mostrei ficaram encantadas. Receba um abraço do amigo... Manoel Bandeira”. Muito bom estado. Vendido

 225- s/d. Carlos Drumond de Andrade. Manuscrito sem assinatura, em pedaço de papel comum. Murilo Miranda seu amigo perguntando-lhe quais eram os seus poemas preferidos dentre os de sua autoria, escreveu Drumond. “Sentimento do Mundo”. “Canção da Moça-Fantasma de B.H.”, “Os Mortos de Sobre Casaca”, “Os Ombros Suportam o Mundo”, “Noturno à janela do apartamento”, “Menino chorando na noite”. Esta a escolha do próprio poeta para os seus melhores! Papel manchado. Vendido

 226- s/d Barão Homem de Melo, 16 de Dezembro, sem ano, carta pessoal de Garcia ao. “Já se deve saber que o Jornal da Bahia está a cargo de uma Comissão do Imortal Director dos Estudos”. Séc. XIX..

 227- Datas diversas. Desertores. Conjunto (8) de vários officios determinando prisão de desertores de vários Brigues, Vapores, Praças etc... no estado.Documento de interesse para a história da Marinha de Guerra Brasileira. Séc. XIX.

 228- s/d. Impresso da Sociedade Defensora Campanhense suplicando ao Ministério não desamparar o Estado em a crise em que nos achamos. Assinado pelo Presidente da Camara Municipal da Villa de Lavras Joaquim José Villas Boas da Gama e pelo Secretario Bernardo Jacinto da Veiga futuro presidente da Província de Minas Gerais. Séc. XIX.

 

Gravuras: A. Sisson “Os Contemporâneos”

            Sébastien Auguste Sisson, conhecido como Sebastião Augusto Sisson e S. A. Sisson, (1824 — 1893) foi um litógrafo, desenhista e biógrafo francês radicado no Brasil, no Rio de Janeiro à partir de 1852. Dedicou-se sobretudo a retratos das personalidades da época. Trabalhou para importantes revistas e  as obras Album do Rio de Janeiro Moderno, com cromolitografias e a Galeria dos Brasileiros Ilustres, redigida em fascículos a partir de 1857, sobressaem na sua produção artística.

Todos as personalidades retratadas por A. Sisson que levou de 1856 à 1860 para completar este magnífico trabalho litográfico, exerceram funções de destaque no cenário do Brasil no Segundo Império. São Regentes, Presidentes de Províncias, Ministros, Generais do Império, Autoridades Eclesiásticas, Jornalistas de renome, incluindo, nesta seleção um dos expoentes máximos da literatura nacional: José Martiniano de Alencar, também tendo exercido atuação política durante um longo período de sua vida.

Esta obra é considerada a mais importante iconografia de figuras públicas do Segundo Império.

A raridade de encontrar-se esta coleção completa, porque foi editada em fascículos, fez com que o Senado Federal a reeditasse em 1999, completa.

Doze destas gravuras encontram-se em perfeito estado de conservação e estão acompanhadas dos textos originais. As demais, após passarem por um mesmo processo de restauração, deverão ficar em condições semelhantes. Algumas das outras gravuras possuem os textos originais, outras não, sendo esta uma das razões para a diferenciação de preços.

 

01-  Antonio Carlos Ribeiro de Andrada.

02-  Barão de Mauá.

03-  Conde de Irajá.

04-  Eusébio de Queiroz Coutinho Matoso.

05-  Gabriel José Rodirgues dos Santos.

06-  Januário da Cunha Barbosa – Bispo.

07-  José Martiniano de Alencar.

08-  José Nabuco de Araújo.

09-  Marques de Abrantes.

10-  Marques de Caxias.

11-  Marques de Olinda.

12-  Theophilo Ottoni.

 

13-  Diogo Antonio de Feijó.

14-  Evaristo Ferreira da Veiga.

15-  Francisco Diogo Pereira de Vasconcelos.

16-  João Lins Vieira Cansansão de Sinimbú.

17-  Marques de Paranaguá.

 

 

18-  Ângelo Moniz da Silva Ferraz.

19-  Barão da Victória.

20-  Barão de Iguarassú.

21-  Barão de Suruhy.

22-  Conde de Santa Cruz.

23-  Conselheiro B. de Souza Franco.

24-  Conselheiro Candido Baptista  de Oliveira.

25-  Francisco de Paula de Negreiros Sayão Lobato.

26-  Francisco Octaviano de Almeida Rosa.

27-  Frei Antonio de Arrábida.

28-  J.J. Pinheiro de Vasconcellos.

29-  Jerônimo Francisco Coelho.

30-  João da Silva Carrão.

31-  Joaquim Saldanha Marinho.

32-  José Antonio Saraiva.

33-  José Bento Leite Ferreira de Mello.

34-  Luiz Pedreira do Coutto Ferraz.

35-  Manoel Felizardo de Souza e Mello.

36-  Marques de Barbacena.                                                                                         Vendido

37-  Marques de Caravelas.                                                                                          Vendido

38-  Marques de Lajes.                                                                                                  Vendido

39-  Marques de Valença.

40-  Monsenhor Marcondes de Oliveira Cabral.

41-  Rafael Tobias d’Aguiar.

42-  Sebastião do Rego Barros.

43-  Sérgio Teixeira d e Macedo.

44-  Visconde d’Abaeté.

45-  Visconde de Caravellas.

46-  Visconde de Jequitinhonha.

47-  Visconde de Pedra Branca.

48-  Visconde de Sepetiba.

 

49-  Barão de Caçapava.

50-  Don Manoel de Assis Mascarenhas.

51-  Francisco de Paula Souza e Mello.

52-  Francisco Gomes de Campos.

53-  J. Marcellino de Brito.

54-  J.I. Silveira da Motta.

55-  João Manoel Pereira da Silva.

56-  João Paulo dos Santos Barreto.

57-  José Maria da Silva Bitancourt.

58-  Marques de Inhambupe.

59-  Marques de Marica.

60-  Marques de Mont’Alegre.

61-  Marques de São João da Palma.

62-  Miguel de Frias e Vasconcellos.

63-  Pedro D’Alcantra Belegarde.

64-  Visconde de Maranguape.

65-  Visconde de São Leopoldo.